Mais uma prova do descaso com a Segurança no Governo Flávio Dino

por Jorge Aragão

O Blog do Jorge Aragão já havia demonstrado outros exemplos do descaso do Governo Flávio Dino com a Segurança Pública no Maranhão.

No início deste mês, para nem precisar ir mais longe, o blog destacou que delegacias no interior do Maranhão estavam tendo as energias cortadas por falta de pagamento (reveja). Mais cedo o blog repercutiu uma postagem do SINPOL (Sindicato dos Policiais Civis) demonstrando o abandono da Polícia Civil na atual gestão comunista (reveja).

Só que como desse governo só se pode esperar o pior, pois aconteceu nesta sexta-feira (22). A delegacia de Polícia Civil de Peritoró terá que mudar de endereço, pois já recebeu a ordem de despejo pelo não pagamento do aluguel do prédio pelo Governo Flávio Dino, como destacou o Blog do Acélio Trindade. Veja abaixo o depoimento de um dos representantes do SINPOL.

Fatalmente essa não foi a mudança propagada pelo governador Flávio Dino e seus asseclas.

Polícia Civil pede socorro

por Jorge Aragão

Uma visita itinerante do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Sinpol-MA) percorreu entre os dias 18 e 19 de setembro, as cidades subordinadas a 6ª Delegacia Regional de São João dos Patos, dentre elas: Colinas, Barão de Grajaú e Paraibano, com objetivo de manter o diálogo permanente com a categoria. E como não tem sido diferente, foram detectadas inúmeras e já conhecidas irregularidades nas delegacias, o que evidencia e ratifica o total abandono a que a Polícia Civil do Estado do Maranhão tem sido submetida diariamente.

Na delegacia de Colinas, o diretor de formação sindical, Neto Waquim, pode constatar o pior cenário possível: falta de efetivo; desvio de função, o que prejudica de sobremaneira a atividade investigativa da Polícia Civil; péssima estrutura da unidade; e superlotação, com 50 presos de justiça.

Aos fundos da delegacia, pasmem, uma espécie de mini-favela prisional, que foi construída pelos próprios presos e que serve de morada para 16 detentos. É possível ver na imagem abaixo, que a estrutura do “prédio” é frágil, não existe grades, e que os presidiários transitam livremente pelo local. O ambiente tem mais características de um sítio, do que uma unidade prisional.

De forma incisiva, o sindicalista fez, em vídeo, um relato da situação de caos que atinge a delegacia de Colinas.

A falta de viaturas e sucateamento das mesmas foi identificada em todas as delegacias submetidas à 6ª Regional, o que demonstra o total descompromisso da Secretaria de Segurança e do governador do estado, com a Polícia Civil. Em Barão de Grajaú, o prédio reformado pela população, abriga atualmente 26 presos. Na delegacia de Paraibano, o jurídico do Sinpol-MA participou de uma reunião com os servidores.

Com tudo isso, é claro e proposital a falta de investimento direcionado a Polícia Investigativa. De todo valor disponibilizado, neste ano de 2017, para a pasta de Segurança Pública, o montante direcionado para a Polícia Civil não chega nem a 1%. Acreditem, apenas 0,7% (ZERO virgula sete por cento) do total foi “investido” na Polícia Civil.

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Vergonha: delegacias de polícia no Maranhão tem energia cortada

por Jorge Aragão

O Governo Flávio Dino protagoniza mais uma vergonha no Maranhão. Pelo menos duas delegacias de polícia tiveram suas contas de energia cortada por falta de pagamento. A informação foi confirmada no site do SINPOL (veja aqui).

O caso mais recente foi em Carutapera, quando a Delegacia de Polícia teve sua energia cortada na última sexta-feira (01), por falta de pagamento. Pior é que essa não foi a primeira vez, somente este ano já foi a quinta vez que a energia da delegacia teve que ser cortada por inadimplência. Por conta de sucessivas interrupções do fornecimento de energia elétrica, o registro de flagrantes de crimes já chegou a ser realizado no Fórum da cidade.

Carutapera foi a segunda cidade que o fato vergonhoso aconteceu recentemente. No fim do mês de agosto, a Delegacia de Polícia de Paraibano também teve a energia cortada por falta de pagamento.

Para o presidente do SINPOL-MA, Elton Neves, outras unidades policiais podem enfrentar os mesmos problemas. “Quantas delegacias não estão nessa mesma situação, com contas pendentes, funcionando em prédios alugados e insalubres? O que está faltando é visão administrativa para os nossos governantes”, declarou.

E assim segue a Segurança Pública do Governo Flávio Dino.

Crise que só aumenta na Segurança Pública

por Jorge Aragão

Sinpol se manifestou contra o Governo na semana passada

Ao que tudo indica, o governador Flávio Dino (PCdoB) deve enfrentar dias nada agradáveis à frente do Poder Executivo Estadual.

Apesar do forte poderio midiático, Dino já não conta com a simpatia de delegados e policiais civis, que em menos de uma semana lançaram notas de repúdio, respectivamente, à condução da Segurança Pública do Maranhão.

Na semana passada, o Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) lançou manifesto e classificou a gestão comunista de “Governo da propaganda, da mídia e da ilusão”.

Ontem a manifestação foi da Associação dos Delegados de Polícia Civil (Adepol), que repudiou a falta de diálogo do Governo com a categoria e a alteração de lei estadual que, segundo os delegados, trata-se de uma medida “antidemocrática”.

Diálogo, aliás, foi uma palavra muito explorada pelo governador Flávio Dino durante a campanha eleitoral de 2014. Tanto que, ainda na pré-campanha, ele lançou o “Diálogos pelo Maranhão”.

Era só o que pregava.

A bem da verdade é que os “diálogos” parecem ter ficado apenas no conceito da gestão comunista. Na prática, sobretudo para as categorias que fazem a segurança pública do Maranhão, o que prevalece é a “propaganda, a mídia e a ilusão”.

E por tudo isso, dias turbulentos estão por vir…

Do blog de Ronaldo Rocha

Desilusão sindical

por Jorge Aragão

Flávio Dino / Foto: Karlos Geromy/Secom

Numa das mais contundentes críticas ao governo Flávio Dino (PCdoB) nestes quase três anos de mandato, o Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Simpol), classificou a gestão comunista de “governo da propaganda, da mídia, da ilusão”, e desqualificou todo o sistema de segurança pública de Flávio Dino.

A crítica do Simpol torna-se mais dura porque o sindicato esteve com Flávio Dino nas eleições de 2014; e apostava todas as fichas na falácia de modernização do sistema e valorização dos profissionais do setor.

Mas tudo não passa de propaganda, segundo lembra a nota. “Embaladas por soluções paliativas, as propagandas da gestão estadual, com suas novas viaturas mostradas à exaustão ou mesmo com suas formaturas de novos, mas insuficientes pelotões, querem fazer crer que o Governo do Estado está preocupado com a segurança e que tem nesta uma de suas prioridades. História contada, falácia revelada!”, diz o documento.

A desilusão do Simpol é a mesma que vivem os professores abrigados no Simproessema, que também vestiu a camisa do comunismo em 2014. Mas também não será o único.

Além deles, outras centenas de servidores mostram-se insatisfeitos com a política de Flávio Dino para os servidores estaduais. E prometem fazer paralisação conjunta, de advertência, abrigados em uma série de sindicatos – Sintsep, Sindspen, Sindisesma, Sinfa-MA, SindisFunac, Simoema, SintUema, Sindet, SindUema, Sintag, Aspem, Adepol, Audima e AAgpen – na próxima quinta-feira, 5.

São categorias que vestiram a camisa do comunismo em sua maioria; e que hoje, a exemplo de Simproessema e Simpol, também sofrem a desilusão com o governo.

Resta saber até quando durará a chateação, já que o Maranhão encontra-se às vésperas de mais um período eleitoral.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

“Governo da propaganda”, critica Sinpol em comunicado

por Jorge Aragão

Comunicado

Governo da propaganda, da mídia, da ilusão: sentado sobre o caos, mas sorrindo para as câmeras; fingindo uma realidade que só existe no imaginário de quem se deixa iludir pelas milionárias propagandas, que só visam promover quem sonha se manter no exercício do poder.

Embaladas por soluções paliativas, as propagandas da gestão estadual, com suas novas viaturas mostradas à exaustão, ou mesmo com suas formaturas de novos, mas insuficientes, pelotões, querem fazer crer que o Governo do Estado está preocupado com a segurança e que tem nesta uma de suas prioridades. História contada, falácia revelada! O que tais propagandas ignoram é que já não estamos mais na era da informação controlada, quando tudo se contava e nada se contestava. Aliás, inconteste é a cruel realidade que hoje embala o falido sistema de Segurança Pública do Estado, qual seja, uma Polícia Civil esquecida e abandonada, cujo desprestígio nenhuma propaganda consegue esconder.

Criada há mais de 200 anos com a nobre missão de tutelar a dignidade e os direitos do cidadão, a própria Polícia Civil vive hoje sem dignidade e sem direitos. Em meio a um cenário de guerra, onde a criminalidade se impõe como uma força paralela ao Estado, criando normas e causando terror, a Polícia Civil trabalha em meio ao caos, onde a falta de estrutura e de efetivo salta aos olhos até dos mais desatentos. Delegacias que mais parecem chiqueiros; custódia ilegal de presos nas unidades policiais do interior; inexistência de programas de educação e treinamento continuados para seus profissionais; administrativos emprestados de prefeituras, trabalhando na clandestinidade da justiça trabalhista e, muitas vezes, em desvios de funções tolerados por todos; inexistência de um plano de remoção, facilitando os abusos de autoridade e assédios morais praticados por “chefes” mediatos e imediatos; escalas de serviços ilegais e desumanas como forma de solucionar um problema gerado pela crítica falta de efetivo; gestão engessada e marcada pela exclusão da maioria em detrimento da manutenção do poder de uns poucos; abominável política salarial que privilegia um único cargo, relegando todos os demais ao limbo do esquecimento…

Assim é a Polícia Civil do Estado do Maranhão. E é por isso que hoje, dando início às comemorações do Dia do Policial Civil, celebrado no dia 21 de abril, estamos lançando a campanha “POLÍCIA CIVIL: VALORIZAR É PRECISO!”. Somos a Polícia Civil do Maranhão e queremos honrar nossa missão, dando à população o atendimento que ela de fato merece, mas isto só será possível, em sua plenitude, quando de fato formos vistos e valorizados, e não apenas lembrados como meros coadjuvantes no fictício mundo da publicidade.

Diretoria do Sinpol

Termina a greve da Polícia Civil

por Jorge Aragão

sinpolDepois de uma semana de iniciada a segunda greve da Polícia Civil no Governo Flávio Dino, stomach os policiais, após uma nova assembleia, decidiram encerrar o movimento paredista.

A decisão foi tomada no fim da manhã desta sexta-feira (25), após a assembleia da categoria realizada no Sindicato dos Bancários.

Indiscutivelmente o que pesou para a decisão da categoria foi a reunião realizada ontem com o próprio governador Flávio Dino (PCdoB). Os policiais estavam reivindicando na porta do Palácio dos Leões, quando foram chamados para pela primeira vez reunir com o governador.

Apesar de não terem concretamente garantido nada, a categoria pelo menos demonstrou força e se fez ser ouvida pelo governador, que quando era candidato ao cargo visitou os policiais civis no próprio SINPOL (Sindicato dos Policiais Civis). As atividades serão retomadas ainda hoje.

Sendo assim, uma pergunta se faz necessária: custava o governador ter sentado anteriormente com a categoria?

A radicalização do Governo Flávio Dino na greve da Polícia Civil

por Jorge Aragão
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Apesar de ter escrito que não se deve radicalizar diante de um movimento grevista, discount na época da grave da Polícia Militar no Governo Roseana (reveja), medical o governador Flávio Dino (PCdoB) vai no sentido contrário diante da greve da Polícia Civil no seu Governo.

O Blog recebeu uma cópia de um ofício da Delegacia Geral do Maranhão. No ofício, assinado pelo próprio delegado-geral Augusto Barros, estabelecendo as regras a serem adotadas no período de greve da Polícia Civil.

No primeiro item do ofício, o Governo Flávio Dino chega a dizer que o movimento foi suspenso, o que não é verdade, já que essa decisão é exclusiva dos próprios policiais civis. Veja abaixo a primeira determinação do governo democrático da mudança.

A determinação do Governo Flávio Dino é que “cada chefia de departamento, unidade, órgão ou setor da Polícia Civil informe e oriente seus servidores que o movimento foi suspenso por determinação judicial, sendo autorizada a administração de efetuar os descontos dos dias não trabalhados daqueles servidores que continuarem em greve, haja vista que a remuneração é a contraprestação do trabalho do servidor”.

No segundo item, o Governo Flávio Dino ameaça os servidores em estágio probatório, pois determina que “seja informado também aos servidores policiais, especialmente, aos que esse encontram em estágio probatório, das possíveis consequências quanto as faltas disciplinares que podem ser imputadas aos servidores que permanecerem no movimento grevista, após a decisão judicial sobre o movimento”.

O ofício ainda determina que os chefes dos setores anotem e identifiquem os policiais civis que continuarem a participar do movimento grevista.

Pelo visto Flávio Dino mudou de ideia, já que em 2011 pensava bem diferente, mas agora a situação é bem diferente. No entanto, a medida apenas acirrou os ânimos dentro da categoria que sequer consegue ser recebida pelo governador.

O ofício do Governo Flávio Dino é apenas mais uma prova da mudança implantada no Maranhão.

Recordar é viver, meu caro Flávio Dino (parte II)

por Jorge Aragão

É impressionante como a cada dia o governador Flávio Dino (PCdoB) vai atropelando tudo aquilo que pregou quando era candidato e dialogava com os servidores públicos e a população.

Na postagem “Recordar é viver, pills meu caro Flávio Dino”, cheap o Blog apresentou um vídeo de uma visita do então candidato Flávio Dino ao SINPOL (Sindicato dos Policiais Civis). Naquela oportunidade, Dino se mostrava solicito, mas hoje além de desconsiderar o que foi prometido, o agora governador sequer recebe a categoria para dialogar.

O Blog também postou “A cara de pau de Flávio Dino”, onde foi demonstrada novamente a contradição e incoerência do governador sobre a greve dos policiais civis.

Nesta nova postagem, o Blog volta a recordar e relembrar o que dizia e o que pensava Flávio Dino. Em 2011, quando da greve da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, o posicionamento do então oposicionista Flávio Dino era bem diferente.

Naquele momento, Dino afirmava que a greve era resultado da insensibilidade e da omissão do Governo Roseana, Flávio Dino ainda fez questão de ressaltar o “bom papel” dos deputados oposicionistas que apoiavam a greve e criticou a possibilidade de se tomar qualquer medida autoritária durante o movimento. Veja abaixo o que escrevia e pensava Flávio Dino.

DINOANTES
No entanto, agora como governador a coisa mudou. Para Dino, são os policiais civis que são insensíveis ao entrarem de greve. Para Dino a greve deles não é razoável. Para Dino, hoje, greve é um recurso extremo, principalmente quando envolve serviço essencial.

Para piorar, o Governo Flávio Dino radicaliza e toma “medidas autoritárias”, outrora condenadas pelo mesmo Dino. Já foi informado que o ponto dos policiais civis faltosos serão cortados e irão demitir aqueles que estejam em estágio probatório.

Realmente é muita mudança para apenas nove meses, afinal o Flávio Dino de hoje não pensa mais como dizia pensar anteriormente e contra fatos e registros não existem argumentos.

A diferença entre os vencimentos dos delegados e dos policiais civis

por Jorge Aragão

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Os policiais civis seguem em greve por tempo indeterminado no Maranhão e o pior, thumb sem qualquer ação do Governo Flávio Dino no sentido de negociar com a categoria.

Uma das principais reclamações dos policiais é a disparidade entre os seus vencimentos e os vencimentos dos delegados de polícia. O Blog recebeu um quadro que apresenta a diferença entre os dois vencimentos, buy tanto no início quanto no final de carreira das duas categorias.

Segundo os policiais civis, a diferença inicial é de aproximadamente R$ 14 mil e o valor aumenta na remuneração final, ultrapassando os R$ 16 mil. Veja o quadro acima.

Os policiais civis querem receber pelo menos 60% daquilo que recebem hoje os delegados de Polícia. O Governo do Estado oferece apenas 22% em cima desta proporção. No início de carreira a proporção é de aproximadamente 16%, enquanto que no final de carreira se aproxima dos 23%.

E assim segue o impasse e a greve da Polícia Civil do Maranhão.