PT deve apoiar reeleição do prefeito Edivaldo Júnior

por Jorge Aragão

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O Partido dos Trabalhadores pode mesmo apoiar a reeleição do prefeito de São Luís, order Edivaldo Júnior, prescription pelo menos foi o que garantiu o deputado estadual petista Zé Inácio.

Ao conceder entrevista ao Blog do Clodoaldo, healing o petista deixou claro que defende a atual gestão e uma aliança petista nas eleições em 2016. Zé Inácio também fez questão de lembrar que Edivaldo foi a rua em apoio a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

“Tenho reconhecimento pelo prefeito por ter apoiado a presidente Dilma diante de todas as circunstâncias e hoje, sem termos um nome para disputar a Prefeitura de São Luís, vejo a candidatura de Edivaldo como a melhor opção e defendo esta tese. Claro, que o coletivo do partido que irá decidir”, deixou claro Zé Inácio.

Uma aliança com o PT em São Luís pode ser decisiva para o prefeito Edivaldo Júnior. Além do nome forte do partido, o PT agregaria um tempo enorme no horário eleitoral durante a campanha das eleições de 2016.

Além disso, com o PT no seu palanque, Edivaldo asseguraria de vez o apoio do governador Flávio Dino (PCdoB) à sua reeleição, já que sua principal oponente, a deputada federal Eliziane Gama (PPS) faz oposição ao governo petista.

Isso sem falar na possibilidade real de que a estrela mais forte do PT, o ex-presidente Lula possa vir a capital maranhense participar da campanha eleitoral, afinal ele muito provavelmente será o candidato do PT em 2018 e precisará fazer sua ‘base eleitoral’ em 2016.

E ninguém duvida da força eleitoral de Lula em São Luís.

Lideranças petistas vão discutir a eleição de outubro

por Jorge Aragão
José Antonio Heluy

José Antonio Heluy

Um dia depois de a presidente Dilma Rousseff (PT) garantir que o Partido dos Trabalhadores apoiará a candidatura peemedebista ao governo do Maranhão, medicine petistas maranhense que pretendem se candidatar a vice-governador na chapa com o pré-candidato do PMDB, drugs Luis Fernando Silva, stuff avaliaram que é hora de o partido voltar a se reunir para discutir a sucessão estadual e a estratégia eleitoral.

Em entrevista a O Estado, o secretário de Estado de Trabalho e Economia Solidária, José Antônio Heluy, um dos cotados para compor a chapa majoritária, disse que o momento é de “ajustar” a aliança local e apenas aguardar a oficialização da decisão já externada pela presidente aos líderes do PMDB.

“Agora é uma questão de ajustar essa aliança, porque as dificuldades maiores, a meu ver, já foram, superadas. O quadro serenou”, declarou.

Para o superintendente estadual do Instituto Nacional de Colonização de Reforma Agrária (Incra), José Inácio Rodrigues, outro pré-candidato petista, a conversa de Dilma Rousseff com os peemedebista “foi uma sinalização forte” de que o PT deve se manter na coligação formada em 2010 no Maranhão.

“Essa foi uma sinalização forte no sentido da manutenção da aliança. Eu penso que já está batido o martelo, mas que ainda será editada uma norma nacional confirmando todas essas articulações”, pontuou. Uma reunião da Executiva Nacional está marcada para amanhã.

Ainda de acordo com Inácio, o momento é de o PT estadual voltar a se reunir para definir os rumos que tomará em outubro. “Não

 Monteiro informou que reunião ocorrerá na sexta-feira

Monteiro informou que reunião ocorrerá na sexta-feira

podemos perder o timming. Temos que nos reunir e preparar as condições para que não sejamos meramente guiados pela direção nacional e, de outro lado, não tomemos decisões em dissonância com o que os nossos líderes entendem ser o melhor para a reeleição da presidente Dilma”, argumentou.

O petista sugeriu, inclusive, uma reunião entre lideranças do PT e do PMDB. “O que sugiro é que até sentemos com líderes do PMDB para começar a traçar uma estratégia mais firme”, completou.

Reunião – O presidente estadual do PT, Raimundo Monteiro, informou ontem que uma reunião da direção local da legenda está marcada para a próxima sexta-feira (14), quando a promessa de apoio feita pela presidente Dilma será discutida.

Ele ressaltou, contudo, que como ainda não há formalização do apoio – o que só deve ocorrer após reunião já convocada por Rui Falcão,presidente nacional da sigla, a Executiva Estadual não pode deliberar sobre o tema.

“Vamos conversar sobre esse assunto [encontro de Dilma com líderes do PMDB], mas será apenas conversa. Ainda não há decisão formal sobre isso. Portanto, não temos poder de deliberar nada ainda. Mas o encontro servirá para que a gente inicie as tratativas sobre a tática eleitoral e outros temas que precisam ser levados para o debate interno”, reiterou.

 De O Estado

PT pode abrir mão de espaços na indireta

por Jorge Aragão
Lideranças petistas divergem sobre a eleição indireta na Assembleia

Lideranças petistas divergem sobre a eleição indireta na Assembleia

De O Estado – Na sexta-feira (14), medicine o PT do Maranhão iniciará os debates sobre a tática eleitoral a ser seguida nas eleições deste ano. Nesses encontros da executiva estadual também será tratado o posicionamento do partido em relação à eleição indireta na Assembleia Legislativa. Sobre esse assunto, online a legenda está dividida, unhealthy e a orientação nacional é para que não haja participação dos petistas nesse processo.

A argumentação da nacional é de que a participação do PT na eleição indireta – caso ela ocorra – poderia antecipar uma decisão sobre o posicionamento do partido para as eleições de outubro no Maranhão. De acordo com o presidente estadual do PT, Raimundo Monteiro, que admitiu que há esse receio da direção nacional, a participação do PT na indireta poderia até atrapalhar as negociações da sigla em outros estados.

“O partido está com o pé no freio sobre a eleição indireta. Alguns acreditam que podemos antecipar o que será decidido no encontro do PT conforme o nosso calendário. De qualquer forma, isso [a eleição indireta] será discutido internamente e quem decidirá será a maioria”, garantiu Monteiro.

Dentro das alas petistas no Maranhão, essa discussão sobre o pleito na Assembleia divide opiniões. Existem membros da Construindo um Novo Brasil (CNB) – que é do presidente Raimundo Monteiro e defende a manutenção da aliança do PT com o PMDB no estado – que não querem o envolvimento do PT na indireta. Assim como membros de alas que querem a candidatura própria ou aliança com o PCdoB acreditam que o partido não pode deixar de participar desse pleito.

O presidente estadual, por exemplo, declarou, assim que foi confirmada sua vitória no Processo de Eleição Direta (PED) pela direção nacional, que historicamente o PT é contra eleição de colegiado (com escolha de representantes da população por meio de votação indireta) e por isso nem discutiria essa possibilidade. Monteiro voltou atrás dessa afirmação semanas depois, após pressão de parte da militância.

Posições – O vice-presidente petista no Maranhão, Augusto Lobato, também é contra essa participação, mas é um dos que defendem a discussão para a maioria decidir qual caminho seguir.

“O PT é um partido democrático. Tudo que tiver que ser decidido será por meio do voto da maioria”, afirmou vice-presidente.

Ainda segundo Lobato, entrar na disputa pleiteando a vaga de vice novamente é uma incoerência, porque a legenda tinha esse cargo e decidiu renunciar. “Se fosse disputar [a eleição indireta], não poderia ser com uma composição sendo vice. O partido tinha esse cargo, renunciou. Como agora quer ter o cargo novamente? É incoerente”, disse.

O secretário estadual de Economia Solidária, José Antônio Heluy, pensa ao contrário de Lobato. De acordo com ele, o PT tem a aliança com o PMDB, participa da atual administração e o curso normal seria compor a chapa do candidato do governo.

“O processo legal é esse. O PT deve participar dessa eleição caso ela ocorra. Fazemos parte do governo, a aliança é sólida e o normal é tanto apoiar o candidato do PMDB, o Luis Fernando, quanto pleitear a vaga de vice. Não vejo problema”, afirmou.

Esse debate será definido no encontro de tática eleitoral, uma espécie de eleição interna da executiva estadual, que deverá ocorrer ainda este mês. A data prevista é dia 25.

PT: Roteiro de definições

por Jorge Aragão
Monteiro deve ser confirmado presidente reeleito

Monteiro deve ser confirmado presidente reeleito

Todas as informações que correm nos bastidores da política estadual indicam que o comando nacional do PT confirmará o resultado da eleição interna do partido no Maranhão, view ratificando a reeleição do presidente Raimundo Monteiro, and e orientando no sentido de que o caminho no estado é a participação do partido na aliança partidária liderada pela governadora Roseana Sarney (PMDB).

Dentro do próprio PT, a confirmação do resultado da eleição interna é tida como favas contadas. Tanto que já não se discute se o PT deve ou não participar da aliança com o PMDB, mas quem representará o partido na condição de candidato a vice-governador.

Vários nomes já se movimentam intensamente nas entranhas do PT em busca de apoio para serem indicados para a vaga de candidato a vice. Cinco pretendentes se destacam. Um dos deles é o deputado estadual José Carlos do PT, que, mesmo “cristão novo” no petismo, já lidera uma corrente do partido.

Outro nome muito citado nas rodas de conversa é José Costa, atual secretário de Estado de Ciência e Tecnologia. O terceiro possível candidato a vice seria José Antonio Heluy, atual secretário de Estado de Trabalho e Economia Solidária.

Depois aparece o secretário extraordinário de Articulação Institucional, Rodrigo Comerciário. E, finalmente, o nome que figura em todas as listas: o atual presidente Raimundo Monteiro. O fato é que se o PT confirmar o resultado da eleição, ratificar a atual direção e mantiver a aliança com o PMDB, um desses será o candidato a vice. Essa articulação será feita pelo pré-candidato do PMDB a governador, Luis Fernando Silva, com o aval dos partidos que integram a aliança da governadora Roseana Sarney.

A primeira etapa desse roteiro se dará nesta ou na outra semana, quando o PT nacional se pronunciará em relação à eleição interna no Maranhão.

Da coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão

O legado dos homens apenados pela Ação Penal 470

por Jorge Aragão

José Genoíno, cheap José Dirceu e Delúbio Soares

Por Henrique Sousa

O Brasil experimenta 23 anos de democracia plena em sua história republicana, search após anos na escuridão do arbítrio proporcionado pela ditadura militar. A experiência democrática enseja o exercício do Direito. Não é por acaso que uma das profissões mais prósperas nos dias de hoje é a advocacia e um dos cursos superiores mais requisitados e mais disputados é o de Direito.

Estamos na era da judicialização social: tudo se discute na Justiça. Diariamente, convivemos com petições, recursos e agravos; portanto, a figura do juiz é preponderante. Estamos submetidos ao jargão do direito que decisão judicial não se discute, se cumpre.

Contudo, a Justiça é composta por homens e, os homens são falíveis. Homens se deixam seduzir por elogios fáceis; são sensíveis ao ovacionamento da plateia, ainda que seja uma pequena platéia. Homens se submetem a pressão da opinião pública e, principalmente, a pressão midiática. Entende-se por pressão midiática algo que está além da tentativa da formação da opinião pública e da função de informar. No Brasil, profissionais de imprensa e empresas de mídia historicamente assumem, em determinadas circunstâncias, papel de partido político.

Após a vitória de Lula, com os resultados proporcionados por seu governo, a oposição ao PT não é mais exercida por PSDB, DEM e PPS, principais partidos adversários das políticas públicas adotadas pelo governo petista. A oposição, sem o devido registro na Justiça Eleitoral, é constituída pela revista VEJA e Época; pelos jornais Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo; além de satélites destes veículos espalhados pelo país a fora. Mas esse é um capítulo à parte. A Justiça é foco deste texto.

Deixando de lado as metáforas e indo direto ao ponto: falo tudo isso para tratar do processo de julgamento do Supremo Tribunal Federal das personalidades e figuras públicas; algumas já condenadas no chamado caso Mensalão.

Como petista, não poderia me furtar de expressar a frustração que carrego ao ver três companheiros do Partido dos Trabalhadores submetidos a uma condenação sem fundamentação jurídica; sustentada na tese de um ministro relator performático e embevecido com os aplausos de ocasião em alguns restaurantes finos de Brasília, por onde costuma circular, a tese do domínio do fato.

Significa dizer que ele acreditou e fez a maioria dos seus pares crer em uma história de “ouvi dizer”. Não há provas. Os contratos bancários são legais, foram feitos pelo partido, negociados, ficaram em inadimplência e produziram os resultados no crédito do partido que esta situação provoca. Foram finalmente renegociados e pagos junto às instituições financeiras credoras; parte do dinheiro envolvido nas transações, comerciais ou não, não é dinheiro público.

A Visanet é uma empresa privada. Inexiste prova material alguma da tal quadrilha e de quem o ministro relator entendeu que a chefiava, no caso Zé Dirceu, sobre o qual também não há materialidade de prova; seja por ato de ofício ou mesmo testemunha verbal das acusações que lhe foram imputadas.

Condenaram homens que não enriqueceram ilicitamente, Eles fazem e fizeram da política, durante suas existências, não um instrumento para mudar para melhor as suas próprias vidas, mas para mudar para melhor a vida de milhões de uns (tomando emprestado verso do poeta Joãozinho Ribeiro), a vida de milhares de brasileiros, a quem se dedicaram colocando em risco o bem mais precioso que o ser humano pode ter e preza: a própria vida.

Homens que em algum momento da história serão lembrados não como contraventores, como agora lhes querem impingir o julgamento do STF; mas como figuras humanas que enfrentaram o arbítrio da ditadura. Foram presos, torturados, banidos do seu país e da vida pública pela ditadura militar.

Experimentaram a violência, o medo e a angústia da vida clandestina, mas, ainda assim, não desistiram dos seus sonhos por um país justo e solidário, ajudando a construir o país democrático que temos hoje, contribuindo para a construção deste Estado Democrático de Direito que permite que seus algozes ostentem suas togas e as prerrogativas que elas têm na democracia conquistada.

Por ironia do destino e equívoco dos homens falíveis, da mesma forma que um dia estes homens foram banidos pelo arbítrio – podem, mais uma vez, ser banidos da vida pública; presos e torturados na alma, desta vez pela democracia por que tanto lutaram para que fosse realidade no Brasil, razão de viver de Zé Dirceu, Genuíno e Delúbio Soares.

É fato que erros foram cometidos – todos confessos -, como o que Delúbio Soares assumiu. Fez sim, uso de caixa dois para financiar campanhas eleitorais de partidos da base aliada; artifício este que, infelizmente, não deixou de ser utilizado por todos os partidos no Brasil, diante da hipocrisia que é a legislação eleitoral que trata eleição pública com recursos oriundos da iniciativa privada. Entretanto, o que se esperava de um tribunal isento, como deveria ser o STF, era que condenasse os ilícitos efetivamente cometidos, não as ilações, indícios, histórias de “ouvi dizer” o tal domínio do fato.

O Partido dos Trabalhadores, queira ou não queira a elite brasileira ou os equivocados, representa o maior patrimônio da democracia brasileira. O julgamento do STF não pretendeu ser apenas um processo que julgasse Delúbio, Genuíno e Zé Dirceu.

Diante das circunstâncias e como elas foram meticulosamente articuladas, fica claro o caráter político do julgamento. Quem pretenderam colocar no banco dos réus, à execração pública, foi o PT e sua liderança mais ilustre: o presidente Lula. Precisou a manifestação das urnas, cuja expectativa era de induzir o povo a maior punição que aventuraram ter – a derrota do PT. Mais uma vez a população foi generosa com o Partido dos Trabalhadores e dele fez o  maior vencedor das eleições municipais de 2012.

O povo não acreditou em ficção, em histórias de “ouvi dizer” dos tribunais. Preferiu a realidade que Lula, Dilma e o governo do PT proporcionaram ao país nos últimos 10 anos, como é o caso dos mais de 16 milhões sem carteira assinada até 2003 e que passaram a ter esse direito; ou os 28 milhões de brasileiros que saíram da miséria; ou os 40 milhões que ascenderam de classe social; ou os sem teto beneficiados pelo Minha Casa, Minha Vida; ou os sem luz elétrica atendidos pelo Luz para Todos; ou os sem crédito do PRONAF; ou ainda 1 milhão de estudantes sem perspectiva de um curso superior, hoje universitários do PROUNI, só pra ficar em alguns exemplos.

É para estes brasileiros e brasileiras que estes homens, condenados impiedosamente com penas absurdas, dedicaram suas vidas e fizeram delas instrumento de profundas mudanças sociais no Brasil.

Que fique registrado que o PT e os petistas, seus filiados injustamente condenados, buscarão o direito cerceado em todas as instâncias e fóruns; direito cerceado nos tribunais, na mais alta corte da Justiça, na imprensa. Se preciso for, recorreremos às cortes internacionais. Que fique clara a nossa indignação e que não permaneceremos inertes a uma decisão controversa e perigosa pelos precedentes, que causa insegurança jurídica ao Estado Democrático de Direito, tão duramente conquistado à custa de lutas, vidas e lágrimas.

Luís Henrique Sousa é  jornalista, assessor parlamentar, filiado e militante do Partido dos Trabalhadores.

PT e PSB devem disputar em 15 Estados, incluindo o Maranhão

por Jorge Aragão

Folha.com

A dois anos das eleições ao Palácio do Planalto e aos governos estaduais, cialis o PT da presidente Dilma Rousseff e o PSB do governador de Pernambuco, buy Eduardo Campos, sales estão divididos em mais da metade dos Estados.

Levantamento da Folha nos diretórios regionais mostra que eles já enfrentam rachas em ao menos 15 Estados.

A relação entre os dois partidos, aliados nacionalmente, é hoje tratada como a principal incógnita para 2014.

Sigla que mais cresceu nessas eleições municipais, o PSB estará sozinho em 2014, no palanque da reeleição de Dilma ou ao lado do senador mineiro Aécio Neves (PSDB), principal nome da oposição para a disputa?

Na campanha eleitoral deste ano, Aécio percorreu o país para pedir votos tanto para tucanos como para candidatos do PSB. Em Belo Horizonte, por exemplo, atuou como principal cabo eleitoral para a reeleição do prefeito Marcio Lacerda, do PSB.

Já Campos acumulou vitórias de seu partido em duelos diretos contra o PT. Foi assim em BH, Recife, Cuiabá, Campinas e Fortaleza.

Esses resultados o colocaram como uma opção de terceira via para 2014, mas também deixaram feridas abertas na relação com o PT.

Por isso há quem defenda uma chapa Campos e Aécio, como disse o prefeito eleito de Manaus, Arthur Virgílio.

“Nós temos esse lado, de conviver bem com um [PT] e com outro [PSDB]”, diz Laurez Moreira, presidente do PSB de Tocantins –um dos 12 Estados em que a aliança continua firme, mas com possibilidade de se desmanchar em 2014, caso os socialistas lancem candidatura própria.

O primeiro ingrediente pós-eleitoral que pode acirrar o cenário virá na quinta-feira, no anúncio das sedes da Copa das Confederações de 2013, evento-teste para a Copa, no ano seguinte.

O Recife corre risco de exclusão, o que deixaria o torneio só com cinco palcos: Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Belo Horizonte e Fortaleza.

O governo brasileiro tem poder de influência na Fifa, responsável pela decisão. Recife fora da competição seria uma derrota para Campos.

RACHAS NOS ESTADOS

Em São Paulo, mesmo tendo apoiado Fernando Haddad (PT), o PSB comandado pelo deputado federal Márcio França antecipa: “Ou teremos chapa própria ou continuaremos com o governador Geraldo Alckmin [do PSDB]”.

Em Minas Gerais, o PSB vive uma dualidade. Quase todo o partido pertence desde 2003 à base de apoio de Aécio, enquanto o presidente estadual da sigla, Walfrido dos Mares Guia, é mais próximo do PT e amigo pessoal do ex-presidente Lula. Isolado, Walfrido hoje não teria força para conduzir o partido a apoiar o PT em 2014.

No Ceará, o quadro é de indefinição. A disputa em Fortaleza distanciou o PT do PSB, mas no plano estadual os petistas continuam participando do governo Cid Gomes (irmão de Ciro). Para 2014, PSB e PT devem lançar candidatos próprios.

Em alguns Estados, PT e PSB são adversários ferrenhos. Presidente petista em SC, José Fritsch, chama o PSB catarinense de representante da “extrema direita”. Lá, o presidente da sigla é o ex-senador Geraldo Althoff, com história ligada ao PFL, hoje DEM. No Paraná, o líder do PSB, Severino Nunes, diz “nunca ter participado de uma eleição junto com o PT”.

Resistência Petista vai com Edivaldo Junior

por Jorge Aragão

Ao contrário do que definiu a Executiva Municipal do PT, buy que optou pela neutralidade no 2º turno das eleições na capital maranhense, ambulance o movimento Resistência Petista decidiu em Plenária que irá apoiar a candidatura do deputado federal Edivaldo Holanda Júnior (PTC).

Em Nota de 11 itens, encaminhada à imprensa, o movimento afirma que o apoio a Edivaldo será pensando também nas eleições gerais em 2014. “Em nome do projeto nacional e da luta por mudança no Maranhão, a Resistência Petista apoia o candidato dos partidos aliados da presidente Dilma”, detalhou.

A Nota ainda criticou duramente a decisão do presidente da Executiva Municipal, Fernando Silva. “A declaração de neutralidade anunciada pelo presidente do Diretório Municipal do PT, Fernando Silva, se contrapõe à vontade da maioria dos eleitores. Sem nenhuma consulta às instâncias partidárias, a nota do presidente do PT não expressa a vontade de ampla parcela dos filiados, sendo mais um ato monocrático de abuso de poder”, afirmou.

O deputado estadual Bira do Pindaré, um dos principais nomes do movimento Resistência Petista, também confirmou a decisão em sua página de facebook. Bira afirmou que manteve a coerência em sua decisão.

Eliziane Gama – Nesta quinta-feira (11), o candidato Edivaldo Holanda Junior pode receber outro apoio de peso. Depois de dois expoentes da campanha de Castelo no 1º turno, Júlio França e o vereador Ivaldo Rodrigues, e do movimento Resistência Petista, a deputada estadual Eliziane Gama pode confirmar apoio a candidatura de Edivaldo Junior.

Eliziane Gama já assegurou ao Blog que desistiu da ideia de se manter neutra e que vai seguir sua coerência (reveja aqui). Além disso, o próprio presidente do PPS, Roberto Freire, assegurou que a Direção Nacional não irá interferir na eleição em São Luís e a decisão será da nova liderança de São Luís, Eliziane Gama (veja aqui).

Agora a decisão é sua Eliziane Gama.

A confusão do PT em Timon

por Jorge Aragão

Uma confusão tremenda vai acontecendo com o Partido dos Trabalhadores na cidade de Timon. Petistas simplesmente registraram duas candidaturas a vice-prefeito no município para as eleições 2012.

Apoiando a continuidade da administração da prefeita Socorro Waquim (PMDB), shop a petista professora Dalva (PT) foi registrada como vice-prefeita na chapa encabeçada pelo candidato apoiado por Waquim, sales Edivar Ribeiro (PMDB). Apoiando uma renovação e a candidatura do deputado estadual Alexandre Almeida (PSD), drugs a professora Uerly Queiroz foi registrada como vice-prefeita na chapa encabeçada pelo parlamentar.

O curioso é que no início da semana, a Executiva Estadual, por 14 a 3, havia decido manter a indicação da professora Uerly Queiroz como vice na chapa de Alexandre Almeida, mas de repente surgiu um documento da Executiva Nacional atendendo um recurso da Executiva Municipal.

Agora o PT tem dois candidatos a vice, mas em duas chapas distintas e opositoras, coisas do PT.

PT confirma apoio para Alexandre Almeida em Timon

por Jorge Aragão

Almeida terá o apoio do PT

O deputado estadual Alexandre Almeida (PSD) conseguiu na noite de quarta-feira (27), ampoule um apoio importante para a sua campanha à disputa da prefeitura municipal de Timon.

O Partido dos Trabalhadores (PT), rx através do Diretório Estadual, confirmou por sete votos a favor e dois contra, que apoiará a candidatura de Alexandre Almeida em Timon. O PT ainda integrará a chapa encabeçada pelo parlamentar, pois indicou a professora Uerly Queiroz para ser candidata vice-prefeita.

A princípio o PT iria apoiar a candidatura do também deputado estadual Luciano Leitoa (PSB), mas Leitoa teria esnobado o apoio petista (leia aqui) e por isso coube ao Diretório Estadual definir os novos rumos do partido.

Alexandre Almeida deverá oficializar sua candidatura na convenção do PSD, que acontecerá no sábado (30), às 14h, na Associação Comercial. Além do PT, Almeida ainda tenta costurar uma ampla aliança que teria a participação de oito partidos.

“O nosso projeto é uma candidatura alternativa, pois em Timon somos oposição e nos colocamos como uma terceira via. Hoje são dois grupos que já tiveram oportunidade de administrar a cidade por mais de uma vez e agora a população quer algo novo e já entendeu que é possível sair desse ping pong que historicamente aconteceu em Timon”, afirmou mais uma vez Alexandre Almeida ao Blog.

Indiscutivelmente, ponto para a habilidade política de Alexandre Almeida.

Licença – Para poder se dedicar a campanha eleitoral em Timon e não ficar brincando de ser deputado e pior, recebendo sem trabalhar, Alexandre Almeida, eticamente, optou por tirar um licença por 121 dias do parlamento maranhense.

Nesta quinta-feira (28), conforme o Blog publicou em primeira mão, a suplente Priscylla Sá (PTdoB) assumirá na Assembleia a vaga de Alexandre Almeida.

Existe mesmo a tal “Resistência Petista”?

por Jorge Aragão

Blog do Robert Lobato

Há um coletivo do PT maranhense chamado “Resistência Petista”.

Não se trata de uma corrente ou tendência, pharmacy mas um agrupamento de várias “cabeças pensantes”, rx cuja causa principal é combater a oligarquia Sarney. Até aí tudo bem.

Ocorre que a “Resistência Petista” só é resistente onde for conveniente (até rimou) aos seus líderes, health como Bira do Pindaré, Domingos Dutra e afins.

Radical em São Luis, a “Resistência Petista” tripudia sobre a candidatura do PT, encabeçada pelo vice-governador, Washington Luiz. Até encontro estadual  da “Resistência” foi feito com direito a manifesto e tudo. A tônica, como sempre, é a crítica à aliança com o PMDB do senador José Sarney.

Ocorre que há cidades onde a “Resistência Petista” não é tão resistente como parecer ser na capital, pois Bira, Dutra&Cia Ltda. estão enlameados com a “oligarquia Sarney”.

Clique aqui e veja onde a Resistência Petista não é tão resistente assim