Othelino denuncia abandono da gestão municipal em Monção

por Jorge Aragão

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) denunciou, na sessão desta quarta-feira (08), a triste situação de abandono do município de Monção, onde a prefeita Cláudia Silva, que foi eleita em uma perspectiva de promover mudanças para melhor na cidade, não tem conseguido cumprir com as suas obrigações. Segundo o parlamentar, é lamentável saber, pelas redes sociais, que a cidade, no que diz respeito às atribuições da Prefeitura, parece abandonada, ruas esburacadas, algumas delas quase intransitáveis, salários de uma parte dos servidores dos contratados da administração e da saúde em atraso, etc.

Othelino disse, na tribuna, que esse atraso salarial já está gerando muito incômodo para esses servidores que trabalham e não recebem. Segundo ele, há reclamações quanto à merenda escolar de baixa qualidade e de reduzida quantidade, embora o recurso para isso seja carimbado e pago, todos os meses, nas contas da Prefeitura. Ele citou ainda a falta de qualidade do Sistema Municipal de Educação. “Enfim, os mais diversos problemas vêm sendo enfrentados pela população de Monção, graças à inércia e à falta de competência da administração municipal”, frisou.

O deputado citou ainda, na tribuna, um contrato de seis meses, no valor de R$ 320 mil, para aquisição de caixões. “Fazendo-se uma conta rápida aqui – se um caixão custar R$ 500,00, terão que morrer, e espero que isso não aconteça – mas terão que morrer 640 pessoas, nesse intervalo, para que possam ser utilizadas todas essas urnas adquiridas pela Prefeitura de Monção. Teriam mais de 100 mortes por mês”, comentou.

Othelino disse esperar que seja apurada a regularidade da contratação desses caixões por ser, de fato, muito estranha. “E depois espero que a previsão da prefeitura não se confirme, que os amigos de Monção tenham saúde, continuem vivos e que nem de longe precisem utilizar essa quantidade de caixões que foi adquirida pela prefeita”, afirmou.

Na tribuna, o deputado lamentou a forma, o descaso com que a administração de Monção vem tratando a cidade e o sofrimento daquelas pessoas que merecem de mais atenção. “E não é por falta de recursos, entendo até que as prefeituras estão enfrentando muita carência – que não resolvessem todos os problemas, afinal não daria tempo, são pouco mais de sete meses de gestão – mas é inadmissível este estado de abandono em que a cidade se encontra”, disse.

Segundo Othelino Neto, mesmo com toda compreensão de que são apenas sete meses, não se justifica a Prefeitura não fazer absolutamente nada e deixar a população abandonada. “Enfim, fica este registro. Espero que a prefeita cumpra com o seu dever, cuide melhor da cidade para que as pessoas se sintam respeitadas e bem tratadas por quem, por maioria, foi eleita para cuidar dos destinos de Monção”, afirmou.

O deputado registrou a presença do presidente do PCdoB no município de Monção, Jeziel Araújo, que se fazia presente na galeria do plenário da Assembleia Legislativa.

Assaltos a bancos: julho foi o segundo mês com mais ocorrências

por Jorge Aragão

agencia

Quase que ia passando despercebido pelo Blog, view mas infelizmente mais uma agência bancária no Maranhão foi assaltada/explodida no mês de julho, o que fez com que o mês fosse o segundo em número de registros dessa prática.

A última agência bancária que foi assaltada/explodida foi em Monção. Na madrugada do último domingo (31), quando quatro criminosos em duas motocicletas assaltaram/explodiram o Bradesco de Monção.

A prática elevou para oito o número de assaltos/explosões a bancos no Maranhão no mês de julho. Transformando-o no segundo mês com o maior número dessas ocorrências, perdendo apenas para janeiro, que registrou 13 assaltos/explosões.

Com mais essa ação em Monção sobe para 36, o número de explosões/assaltos a caixas eletrônicos/bancos no Maranhão, durante o ano de 2016. Veja abaixo a relação completa

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Prefeito de Monção não teve a mesma sorte de João Castelo

por Jorge Aragão

castelofalouO prefeito de Monção, hospital João de Fátima Pereira, não teve a mesma sorte que o ex-prefeito de São Luís e atual deputado federal João Castelo (PSDB).

O Ministério Público do Maranhão ajuizou uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o prefeito de Moção por uma dívida junto a CEMAR no valor de R$ 463.981,83. O débito refere-se ao período de maio de 2014 a julho de 2015 (veja aqui).

O curioso é que na gestão de João Castelo as energias dos prédios públicos foram inúmeras vezes cortadas, inclusive da própria sede da Prefeitura de São Luís. Só que, nesse caso, Castelo teve a sorte de não ter sido alcançado por nenhuma ação do MP do Maranhão.

O resultado disso foi o débito astronômico que sobrou para o atual prefeito da capital, Edivaldo Holanda Júnior (PDT). Ao chegar a Prefeitura, Edivaldo soube que o débito com a CEMAR ultrapassava a casa dos R$ 6 milhões.

Para tirar a Prefeitura da inadimplência com a CEMAR, Edivaldo parcelou o débito em 37 parcelas no valor de R$ 162.772,68. No último dia 10 de outubro, a parcela de número 28 foi paga pela gestão Edivaldo Júnior. Isso fora os outros inúmeros débitos que estão sendo horados pelo atual prefeito.

Pior de tudo é que João Castelo ainda teve a audácia de confirmar que é candidato a Prefeitura de São Luís pelo PSDB em 2016.

Só espero, para o bem de São Luís, que essa tal sorte não esteja novamente ao lado de Castelo.

Caixa eletrônico da cidade de Monção é explodido por bandidos

por Jorge Aragão

b7f03ae93654c103867b14d440997d01Uma agência do Banco do Banco do Brasil da cidade de Monção foi alvo de bandidos na madrugada de hoje.

Por volta das 2 horas, sick os criminosos explodiram um caixa eletrônico da agência e levaram todo o dinheiro.

A polícia ainda não deu maiores detalhes sobre o crime e tenta capturar os bandidos.

O ataque a caixas eletrônicos e instituições financeiras no estado, lamentavelmente só tem crescido.

E essa é uma realidade que precisa ser encarada pelo Governo, que dia após dia lança estatísticas um tanto quanto mirabolantes sobre uma suposta redução de violência no estado.

 

Monção tem contas bloqueadas pela Justiça

por Jorge Aragão

Prefeita de Monção

A pedido do Ministério Público do Maranhão, drug a Justiça concedeu medida liminar, sick determinando o bloqueio de 60% dos recursos relativos ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de Monção (localizado a 244km de São Luís), no rx para o pagamento dos salários atrasados dos servidores municipais.

No prazo de 48 horas, o secretário de administração, chefe de setor pessoal ou chefe de gabinete da prefeitura deve apresentar a folha de pagamento de todos os servidores municipais cujos salários estão atrasados, para que o pagamento seja providenciado.

O bloqueio das contas deve se estender pelo prazo necessário para a regularização de todos os vencimentos.

A decisão acolhe solicitação de Ação Civil Pública proposta pelo promotor de justiça Marco Antonio Santos Amorim, que responde pela Comarca de Monção. Assinou a decisão a juíza Clécia Pereira Monteiro.

Do mês de julho a outubro de 2012, os salários dos servidores municipais não foram pagos. Na ação, o promotor de justiça frisou que o município recebe regularmente os recursos do Governo Federal relativos ao FPM, Sistema Único de Saúde (SUS) e Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Portanto, não existe razão para a inadimplência. “É evidente que o atraso decorre da má vontade da gestora de Monção”, disse Marco Antonio Amorim.

Em caso de descumprimento, será imposta ao município uma multa diária no valor de R$ 5 mil. Está prevista ainda uma multa de R$ 2 mil por dia de atraso se o Banco do Brasil, responsável pelas contas de Monção, não providenciar o bloqueio, para garantir o pagamento dos servidores.

Atualmente, a prefeita do município é Paula Francinete da Silva Nascimento, que vai deixar o cargo em janeiro.