Apenas três deputados assinaram a CPI da Saúde

por Jorge Aragão

Nesta quarta-feira (12), o deputado estadual Wellington do Curso, autor da proposta de uma CPI para apurar desvios na Saúde, após a operação Rêmora da Polícia Federal, confirmou que somente três deputados estaduais assinaram a favor da CPI.

Wellington lembrou e lamentou que em 2015, quando foi proposta uma CPI semelhante, naquela ocasião para tentar intimidar as ações da deputada oposicionista Andrea Murad, aproximadamente 30 deputados assinaram, mas desta vez, como a operação da Polícia Federal atingiu o Governo Flávio Dino, apenas três deputados assinaram.

“A CPI de Saúde de 2015, idealizada e iniciada pelo deputado Levi Pontes e pelo deputado Rafael Leitoa, conseguiram coletar 29 assinaturas, mas infelizmente até agora temos apenas três assinaturas e outras três promessas de assinaturas”, afirmou.

Além de Wellington, autor da proposta de CPI, já assinaram favorável a investigação dos desvios de recursos públicos da Saúde no Maranhão, os deputados Eduardo Braide e Max Barros, curiosamente três deputados que fazem Oposição ao Governo Flávio Dino. Mais curioso ainda é que nenhum governista tenha assinado.

As promessas de assinaturas, a qual se referiu o deputado Wellington do Curso, são dos deputados Sousa Neto, Andrea Murad e Bira do Pindaré. Vale lembrar que seriam necessárias 14 assinaturas, o que corresponde a 1/3 do parlamento, para que a CPI fosse instalada.

Wellington concluiu pedindo que os deputados pudessem assinar a CPI para o bem da Saúde do Maranhão.

“Concluo solicitando a compreensão dos demais deputados acerca da necessidade de se investigarem os desvios de recurso público na Saúde no Maranhão”, finalizou.

Pelo visto a CPI da Saúde, como era esperado, morreu no nascedouro.

“É uma honra ser processado pelo PT”, afirma Max Barros

por Jorge Aragão

As delações da JBS, incluindo o presidente da República, Michel Temer (PMDB) e o senador e presidente do PSDB, Aécio Neves, foi o principal assunto na última sessão desta semana na Assembleia Legislativa.

Muitos deputados utilizaram a Tribuna da Assembleia para comentar o assunto, mas o clima acabou esquentando entre os deputados Max Barros (PSD) e Zé Inácio (PT).

Barros foi à Tribuna para dizer que as graves denúncias deixam como insustentável a permanência de Michel Temer no cargo, mas também criticou quem estaria utilizando o episódio para ‘santificar’ os ex-presidentes da República, Lula e Dilma Rousseff, ambos do PT.

“É quase insustentável a permanência do Presidente Temer à frente da Nação. E, acima de tudo, porque quem comete irregularidades tem que ser punido. Agora, dizendo isso, não posso concordar com quem foi contra o impeachment da presidenta Dilma, porque a presidenta Dilma comandou o maior esquema de corrupção do mundo, não tem precedente no mundo o que aconteceu no Brasil sob o comando da presidenta Dilma. Então, se nós queremos passar a limpo o Brasil, nós não podemos colocar nada para debaixo do tapete. Se o Temer cometeu crime, ele tem que ser punido e tem que sair da Presidência da República. Agora nós não podemos passar a mão também na Dilma, porque ela roubou. Nós não podemos passar a mão no Lula, porque ele roubou, porque são corruptos. E se nós queremos um Brasil novo, um Brasil coerente, nós temos que passar por esse momento difícil”, destacou.

O deputado Zé Inácio, derrotado na disputa estadual do PT no Maranhão, resolveu sentir as dores dos colegas petistas e rebateu as declarações do deputado Max Barros, chegando a chamar o parlamentar de irresponsável, de querer ser o Moro do Maranhão e insinuou que só fazia tal afirmação pelo fato de ter imunidade na Tribuna.

Max respondeu a altura a tola intervenção do petista, afirmando que reafirmava o que havi dito e que abria mão da imunidade parlamentar.

“Todas as afirmações que eu faço estão baseadas no manto do Direito que nós temos de pronunciar o que disser e não ser processado. Então eu queria dizer que, quando eu afirmei que houve corrupção por parte do presidente Lula e da presidente Dilma, eu faço também como cidadão. Então em relação a essas afirmações eu abro mão da minha imunidade parlamentar. Se precisar fazer por escrito, eu faço e ratifico o que eu disse no meu pronunciamento anterior”, respondeu firme.

Zé Inácio disse que sendo assim, iria solicitar ao PT que representasse contra o deputado. Max Barros não titubeou e responde de imediato, encerrando o assunto.

“É uma honra ser processado pelo PT”, finalizou.

É bem verdade que poderia ter ficado sem essa o petista Zé Inácio, que talvez ainda esteja tonto, depois da derrota do último final de semana no PED do PT.

Deputados repercutem nova incoerência do governador Flávio Dino

por Jorge Aragão

A mais nova incoerência do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), ao querer aprovar, em Regime de Urgência, um Projeto de Lei que só beneficia os atacadistas que possuem, no mínimo, um capital social de R$ 100.000.000,00 (cem milhões de reais), ou seja privilegiando os mais abastados em detrimento dos que mais necessitariam de um incentivo, conforme o Blog já destacou (reveja), foi alvo de duras críticas dos deputados oposicionistas na manhã desta terça-feira (28), na Assembleia Legislativa. Veja abaixo as críticas feitas a mais nova contradição do governador comunista.

“Entendemos que esse projeto é um projeto desigual, é um projeto que aumenta ainda mais o fosso entre o grande e o pequeno, e que contraria 100% qualquer tipo de ideologia comunista, socialista. O governador Flávio Dino, que diz uma coisa aqui, mas faz outra coisa no Governo do Maranhão. Ele escreveu um livro criticando as medidas provisórias e, ao mesmo tempo, edita 50 medidas provisórias em uma média de duas medidas provisórias por mês no seu governo. Agora dizia defender um imposto para grandes fortunas, mas quer a aprovação um projeto que aumenta ainda mais a diferença entre os mais ricos e os mais pobres. Duas incoerências absurdas”, destacou Adriano Sarney (PV).

“O Projeto de Lei é um absurdo, pelo simples fato dele beneficiar os milionários e esquecer dos médios e pequenos atacadistas. E o mais impressionante é que o governador é muito contraditório. No programa do PCdoB, naquele programa de cadeia nacional, o governador falar em apoderamento do povo, mas na prática tem feito tudo ao contrário. A política tem que incluir. A política tem que garantir aquilo que o mercado excluí. A política que corrija a garantia para que haja justiça para o povo. E ele não está fazendo isso, mandando para esta Casa este Projeto de Lei”, disse Andrea Murad (PMDB).

“Eu acho que o governador deveria pedir desistência da ação que ele ingressou no Supremo Tribunal Federal [Flávio Dino ajuizou no Supremo Tribunal Federal Ação Direta de Inconstitucionalidade por omissão contra o Congresso Nacional pelo fato de não ter sido regulamentado até hoje o imposto sobre grandes fortunas]. Se ele tivesse o mínimo de coerência, ele pediria desistência para ele não ficar jogando e pagando com os nossos recursos matérias na mídia nacional, dizendo que ele quer resolver o problema do Brasil, taxando as grandes fortunas, mas quando aqui, no quintal dele, o que ele faz é dar o benefício para as grandes fortunas e o malefício para os pequenos comerciantes”, declarou Eduardo Braide (PMN).

“Nos deparamos com uma nova incoerência desse governador. Quando foi para ter o aumento do ICMS para aqueles mais humildes, para aqueles mais necessitados, aqueles que tiveram onerado seu combustível, a sua conta de luz, o discurso do governo era de que o Estado precisava fazer aquilo para não quebrar, é de que o Estado precisava aumentar imposto para não ser o Rio de Janeiro. Só que temos um projeto de lei dirigido. Um projeto de lei que vai beneficiar apenas uma, talvez duas empresas em todo o Maranhão. Flávio Dino apresentou uma ação no Supremo Tribunal Federal pedindo para taxar as grandes fortunas, mas agora através desse Projeto de Lei quer dar benefícios para as grandes fortunas e onerar aqueles que mais precisam”, disse Edilázio Júnior (PV).

“Minha estranheza em relação à política fiscal do Governo Flávio Dino, porque está sinalizando diferente. Ele colocou aqui um aumento de imposto muito grande. Aumentou significativamente a carga tributária do ICMS para a toda a população do Maranhão, aumentou a taxa de energia, aumentou a gasolina, aumentou a TV de assinatura que esse, sim, atende mais a classe média. Penalizou os maranhenses mais pobres e agora apresenta uma proposta para isentar os maranhenses mais ricos, as empresas mais ricas. Empresa com capital de 100 milhões de reais vai ser beneficiada com diminuição de imposto. Quer dizer, o cidadão aumenta a conta de energia, aumenta a conta de luz, aumenta gasolina e para o grande empresário com capital de cem milhões de reais diminui o imposto dele”, questionou Max Barros (PSD).

Os oposicionistas não conseguiram aprovar as emendas apresentadas que corrigiriam o Projeto de Lei, mas conseguiram adiar a votação, ou seja, o debate terá continuidade.

Medidas Provisórias, apenas mais uma contradição de Flávio Dino

por Jorge Aragão

De O Estado – A edição de uma Medida Provisória pelo governo Flávio Dino (PCdoB) para a concessão de reajuste da gratificação de professores da rede estadual de ensino – quando a categoria pretendia aumento do vencimento – reacendeu nesta semana o debate na Assembleia Legislativa sobre a predileção dos comunistas maranhenses por atos que demandem menor necessidade de debate com os parlamentares e a sociedade civil.

Com o advento das MPs, que têm força de lei, o Executivo garante a validade imediata dos seus atos, dependendo de aprovação do Legislativo apenas como uma espécie de chancela, o que pode ocorrer até 60 dias após sua edição. Esse dispositivo, no entanto, deveria ser utilizado apenas em casos de relevância e urgência, o que oposicionistas contestam em alguns casos.

No Maranhão, desde que assumiu o governo, Flávio Dino já editou 48 MPs. São praticamente duas por mês. Uma prática que, segundo revelou o deputado Adriano Sarney (PV) durante a semana, vai de encontro ao que pregava o próprio comunista antes de assumir o comando do estado.

O primeiro ato do governador, por sinal, já foi uma Medida Provisória: no dia 2 de janeiro de 2015, um dia após a posse, ele fez publicar a MP nº 184, modificando a estrutura administrativa do estado. Era o nascimento do governo Flávio Dino.

Desde então, outras 47 medidas como essa foram publicadas, versando sobre os mais variados temas, desde a criação de secretarias, passando pela concessão de reajustes a policiais civis, até a mudança de regras para a aposentadoria de coronéis da Polícia Militar.

Oposição – A reclamação dos deputados de oposição é sempre a mesma: ao governar à base de MPs, Dino evita debater assuntos de interesse público.

“Qual a dificuldade do governo de encaminhar para esta casa um projeto de lei, oportunizando o debate amplo, ouvindo a categoria, ouvindo os deputados e a sociedade?”, questionou o deputado Max Barros no bojo da discussão sobre a MP 230, que reajustou as gratificações dos professores.

“Não há o interesse real de debater os assuntos mais sensíveis. O objetivo é apenas legislar com mão de ferro, usurpando desta casa o direito constitucional de discutir, de propor, de amadurecer as proposições”, pontuou Alexandre Almeida (PMN).

Em contundente discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, na quarta-feira, 15, durante a votação da MP 230/17, o deputado Adriano Sarney (PV) acabou revelando a incoerência do governador Flávio Dino (PCdoB) em relação ao uso de Medida Provisória pelos chefes de Executivo.

O parlamentar verde apresentou em plenário a obra “Medidas Provisórias no Brasil: origem, evolução e novo regime constitucional”, de autoria de Dino, em parceria com o hoje deputado federal Wadih Damous (PT).

No livro, eles fazem duras críticas ao uso das MPs e acrescentam que o dispositivo é uma espécie de resquício da ditadura brasileira.

“São as medidas provisórias compatíveis com um Estado democrático?[…] No Brasil, o autoritarismo possui raízes profundas, independentemente de estarmos sob a vigência de uma ditadura ou de um regime formalmente democrático, sendo ambiente propício, pois, para que instrumentos normativos monocráticos sejam manejados ditatorialmente”, dizem os autores.

Para Adriano, a diferença entre o que diz o governador comunista no livro e sua prática à frente do Estado é “o ápice da contradição de um ser político”.

“Esse livro que está aqui na minha mão diz que a Medida Provisória é fruto, bebê, da ditadura militar; que é uma forma de repreender e de atropelar assim os parlamentos. Nesse livro, são criticadas demais as Medidas Provisórias, porque essa Medida Provisória, que deveria ser projeto de lei e deveria tramitar nessa Casa, deveria tramitar nas comissões, para ter o debate aberto e as audiências. Mas não: [Flávio Dino] faz justamente o que ele desprezou no passado, que é a Medida Provisória, que, segundo ele, é uma forma ditatorial de se fazer”, completou.

A estratégia equivocada e covarde de Cabo Campos e Júnior Verde

por Jorge Aragão

Quando se imaginou que depois do fatídico 15 de março, nada mais pudesse surpreender na Assembleia Legislativa, eis que aparecem os deputados estaduais Cabo Campos e Júnior Verde, com uma estratégia injusta e covarde.

Os dois parlamentares, depois de passarem quase oito horas calados, sem se pronunciar durante a votação da MP 230, resolveram, nesta quinta-feira (16), um dia após a votação, se posicionar e tentar justificar os seus votos, que foram contrários a emenda do deputado Eduardo Braide – que respeitava o Estatuto do Educador e atendia ao interesse da categoria.

Entretanto, a atitude dos parlamentares foi equivocada, pois trouxe novamente à baila o assunto, e covarde, já que esperaram os professores saírem da Assembleia para externarem seus pensamentos.

Ou seja, o “tiro saiu pela culatra” e os dois parlamentares ainda ouviram o que não queriam da Tribuna, pois tanto Max Barros, quanto Eduardo Braide responderam à altura os pronunciamentos tolos e desnecessários de Cabo Campos e Júnior Verde.

“Eu entendo que o dia e o momento para se estabelecer o contraditório, o debate, a divergência de opiniões não é o dia de hoje, era o dia de ontem, quando a matéria foi votada, quando os principais interessados estavam aqui na galeria para participar e ouvir o debate, ontem foi o grande dia para se estabelecer o contraditório, o debate, o poder da argumentação, não hoje. Nem os principais representantes do governo nesta Casa ousaram discutir mais esse assunto. Mas parece que as vezes, para alguns, é necessário mostrar algum serviço ao governo para fazer esse discurso apenas para registro da mídia”, cutucou Max Barros.

Eduardo Braide foi mais incisivo e chegou até a alertar a categoria de policiais civis e militares quando seus reajustes forem votados na Assembleia. Braide fez a comparação pelo fato de Júnior Verde ser policial civil e Cabo Campos ser policial militar.

“Os deputados tiveram toda a oportunidade de defender a medida provisória na forma original, já que estão dizendo que é a melhor coisa do mundo. Por que não subiram na Tribuna ontem para dizer que a MP era boa? Hoje, que já foi aprovada, que não tem nenhum educador na galeria para poder acompanhar a votação, sobe-se com maior arroubo para dizer que a MP é boa. Existem certos momentos que é melhor ficar calado do que falar. Pelo que estão dizendo, Polícia Militar do Maranhão, Polícia Civil do Maranhão, tomem cuidado porque, se o governo do Estado chegar aqui com uma medida para implantar a recomposição salarial em qualquer gratificação de vocês e não no subsídio, tem deputado que já declarou da Tribuna que é bom e que vai votar desse mesmo jeito. Eu quero dizer o que foi feito ontem aqui, foi rasgar o Estatuto do Magistério. E falo em alto e bom som, que essa matéria será levada à Justiça e eu tenho certeza que a Justiça haverá de reconhecer esse equívoco”, finalizou Braide, que durante o seu discurso, comprovou mais uma vez, através de matéria retirada no site do próprio SINPROESEMMA, que a categoria não queria a gratificação em cima da GAM, mas sim em cima do vencimento.

Pelo visto os dois parlamentares, com a ida extemporânea na Tribuna, apenas fizeram com que o assunto viesse novamente ao debate e que estavam com medo de se posicionar diante dos professores.

Dessa forma, era melhor terem realmente ficado calados.

As observações na aprovação de outro empréstimo no Governo Dino

por Jorge Aragão

assembleia

Como era esperado, pharmacy o Governo Flávio Dino conseguiu aprovar, nesta quinta-feira (17), mais um empréstimo na Assembleia Legislativa do Maranhão, esse no valor de R$ 444.750.000,00. Foi o terceiro empréstimo aprovado em apenas 40 dias, dois juntos a Caixa Econômica Federal e um diante do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA).

Entretanto, o que mais chamou atenção na votação, de mais esse empréstimo para o Governo Flávio Dino, foram as observações pertinentes feitas por alguns parlamentares.

O primeiro a questionar foi justamente quem havia pedido vista ao projeto, o deputado Eduardo Braide, que demonstrou preocupação com a carência de informações do referido projeto.

“O problema é que o projeto só tem uma página, isso não nos permite apreciar a sua legalidade ou não. Nessa única folha, não faz referência a taxa de juros desse empréstimo, não faz referência a carência e nem ao prazo de pagamento. Informações que são fundamentais para que nós possamos apreciar tal projeto”, questionou Braide ainda na Comissão de Orçamento da Assembleia.

Já a deputada estadual Andrea Murad afirmou que o empréstimo está sendo feito para um programa que sequer foi criado pelo Governo Flávio Dino.

“É um absurdo que iremos aprovar um empréstimo que tem como suposto destino o Programa Maranhão Mais Justo, um programa que não existe, nunca foi criado. Infelizmente é mais uma imoralidade que esse governo está cometendo e com a nossa aquiescência”, declarou.

O deputado estadual Max Barros também fez uma lembrança de suma importância, mesmo que incomode os membros do Governo Flávio Dino.

“O Estado do Maranhão tem capacidade para pedir empréstimo? Tem. Tem por quê? Porque o atual governo encontrou as finanças do Estado totalmente saneadas. Talvez não tem nenhum estado na federação que tinha as finanças tão saneadas como tem o Maranhão. O saneamento das finanças do Estado não se faz em um ano, ou seja, o governo anterior deixou as finanças equilibradas e o governo atual vem mantendo isso”, disse Barros.

Por fim, foi a vez do deputado estadual Alexandre Almeida, em tom irônico, após a fala do deputado estadual Bira do Pindaré, destacar como alguns parlamentares agora defendem algo que eram terminantemente contrários.

“Hoje é um dia muito feliz, pois o destino está reservando a esta Casa e a muitos deputados a oportunidade de se manter coerente e a outros a oportunidade de evoluírem. O deputado Bira do Pindaré, que outrora gritava contra empréstimos é hoje um advogado de empréstimo. Muito obrigado destino, por nos dar essa oportunidade”, finalizou.

E assim segue a mudança no Maranhão, curiosamente, com as mesmas práticas…

O exemplo que Waldir Maranhão não seguiu…

por Jorge Aragão

maxbarrosnovaNa Assembleia Legislativa durante o primeiro debate sobre a convocação ou não do reitor da UEMA, sale Gustavo da Costa, para explicar o caso Waldir Maranhão, que recebeu salários sem trabalhar durante quase dois anos, ficou evidenciado que não foi um caso isolado.

O deputado estadual Max Barros, que também é professor da UEMA, afirmou que também recebeu indevidamente salários da instituição. Entretanto, ao contrário de Waldir Maranhão, percebeu no segundo mês o equívoco da UEMA, informou a instituição e de maneira imediata efetuou a devolução do recurso recebido indevidamente.

“Eu sou professor da Universidade Estadual do Maranhão e já estou na Assembleia por cerca 10 anos. E houve um equívoco por parte da UEMA, que ano passado pagou o salário de um ou dois meses. Eu detectei esse pagamento, solicitei, oficiando ao Reitor da UEMA que não o fizesse mais, e o valor que foi para minha conta, imediatamente, eu recolhi para a Universidade”, afirmou Max Barros.

O episódio revela algumas situações. Além de demonstrar mais uma vez o caráter ilibado do deputado Max Barros, demonstra a desatenção ou má-fé do presidente em exercício da Câmara Federal, Waldir Maranhão, que depois de quase dois anos recebendo indevidamente, foi alertado pela UEMA e nunca devolveu o recurso recebido sem trabalhar.

A revelação de mais esse episódio da UEMA, demonstra que o caso Waldir Maranhão não foi um caso isolado e isso reforça a importância da ida do reitor da instituição, Gustavo da Costa, para explicar os equívocos.

O problema é que o governo “transparente” de Flávio Dino não quer e, através de sua bancada na Assembleia, vetará “novamente” o requerimento da deputada estadual Andrea Murad, o que é lamentável.

O reconhecimento de quem realmente conhece

por Jorge Aragão

maxbarrosO deputado estadual Edivaldo Holanda (PTC) utilizou a Tribuna desta terça-feira (22) para destacar algumas das obras de intervenção no trânsito da capital maranhense pela Prefeitura de São Luís, stuff algumas inclusive com a parceria do Governo do Maranhão.

Edivaldo já havia destacado as ações exitosas no trânsito na Barragem do Bacanga, remedy no Jaracaty, na Curva do 90 e na Avenida Litorânea, mas foi quando o parlamentar destacava o bom resultado da última obra de intervenção realizada na Rotatória do Tirirical, no retorno que dá acesso ao Aeroporto Hugo da Cunha Machado, que foi interrompido por um aparte.

O deputado estadual Max Barros, um dos melhores secretários de Infraestrutura que o Maranhão já teve, apesar de não pertencer ao grupo político do prefeito Edivaldo Júnior (PDT), fez questão de destacar o trabalho realizado para melhorar a fluidez do trânsito na capital.

“Nesse momento de crise, de dificuldade, em que vários municípios sequer conseguem pagar a folha de pagamento, a Prefeitura de São Luís está encontrando soluções de pequeno custo e que tem um resultado potencializado. Então isso é muito importante, mostra a capacidade do prefeito Edivaldo Júnior, essas intervenções que foram feitas em vários locais melhoraram o trânsito de São Luís”, afirmou Max Barros.

O deputado e ex-secretário de Infraestrutura do Maranhão, que também é engenheiro, ainda destacou a capacidade de se buscar parcerias para tentar recuperar as vias da capital.

“Dizer também da capacidade do prefeito de buscar recursos. Grande parte do asfalto que está sendo feito o próprio prefeito foi buscar junto à Caixa Econômica, recursos do FGTS e está procurando respostas para a população”, finalizou.

Vale lembrar, como o Blog já destacou, a situação vai melhorar ainda mais com as obras do Programa Interbairros, que tentará desafogar o trafego nas principais avenidas de São Luís.

Mas indiscutivelmente receber um elogio de quem conhece é de fato um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela gestão Edivaldo Júnior, apesar da crise financeira que assola todo o Brasil.

César Pires confirma ida para o PEN

por Jorge Aragão

CESARPIRESnovaO deputado estadual César Pires, tadalafil um dos melhores nomes do atual parlamento, for sale confirmou oficialmente que estará, store nesta quarta-feira (16), se filiando ao PEN (Partido Ecológico Nacional) a convite do presidente do partido no Maranhão, o ex-deputado Jota Pinto.

César Pires deixou o DEM de maneira amigável, após uma franca conversa com o presidente do DEM no Maranhão, o deputado federal Juscelino Filho. Apesar de ter recebido outros convites, inclusive de legenda maiores, César Pires optou pelo PEN.

“O Jota Pinto é um amigo desde o tempo de Assembleia, uma pessoa da minha confiança e me fez o convite, ele deixou muito a vontade e juntos poderemos fazer o partido crescer em todo o Maranhão”, afirmou César Pires.

A chegada de César Pires pode significar a saída do deputado Ricardo Rios do partido. O Blog recebeu a informação que Rios deve aproveitar a “janela” que será finalizada na sexta-feira (18) para também trocar de legenda.

De qualquer forma, se Rios permanecer no partido, caberá a César Pires ser o Líder do PEN na Assembleia Legislativa.

fabiobragaMudanças – Faltando três dias para o encerramento da “janela”, outros deputados devem confirmar mudanças de partido.

O Blog já recebeu a confirmação que o deputado estadual Fábio Braga, que é presidente da Comissão de Educação da Assembleia, deixou o PTdoB e se filiará nas próximas horas no Solidariedade.

Quem também deve estar mudando de partido é o experiente deputado estadual Max Barros. O parlamentar que ainda pertence ao PMDB deve deixar o partido durante a “janela”, mas sem ainda confirmar a sua nova legenda.

Max Barros já recebeu alguns convites, mas parece mais próximo do PRP, o convite foi feito pelo próprio presidente do partido no Maranhão, Severino Sales, na semana passada.

Deputados classificam como desnecessária a prisão de João Abreu

por Jorge Aragão

maxO deputado Max Barros (PMDB) afirmou, cialis na sessão desta segunda-feira (28), que a prisão do ex-secretário João Abreu foi desnecessária por conta dele não oferecer qualquer risco à condução das investigações. O parlamentar assegurou que todos estão sujeitos à Justiça, mas que é preciso que seja cumprido o devido processo legal.

Max disse que conhece e que é amigo de João Abreu há anos, desde os tempos em que foi empresário do ramo da confecção em São Luís, seguindo os caminhos do pai, sempre gerando emprego e ajudando a desenvolver o Maranhão; e como dirigente do Clube de Diretores Lojistas (CDL).

O deputado contou que depois ele entrou para a vida pública, como secretário de Saúde e da Casa Civil, mas sempre agindo de forma afável, gentil, cortês e com nada que desabonasse sua conduta.

Por conta da sua atuação cordada, Max Barros disse que ele dialogava com todas as correntes políticas. Diante dessa conduta e de ter tido sempre uma vida correta, Max Barros enfatizou que a prisão de João Abreu foi desnecessária.

O deputado disse que ninguém está acima da lei – presidente, governador ou deputado -, mas todos precisam ter direito à ampla defesa e que houve equívoco das autoridades policiais e judiciárias, porque prisão só deve ser decretada após a sentença estiver transitada e julgada.

Max Barros lembrou que existem prisões excepcionais, como a preventiva, mas só quando obedecem a algumas prerrogativas: quando há atentado à ordem pública ou econômica, com risco de continuar a delinquir; quando ha risco de coação a testemunhas; ou quando há risco de fuga.

Max contou que João Abreu já havia comparecido para depor no processo, colocando-se sempre à disposição da polícia e da Justiça. “É preciso que seja cumprido todo rito processual. Todos estão sujeitos a denúncias, mas João Abreu tem uma vida feita por 50 anos de atuação na vida empresarial e pública”, reforçou.

Max Barros manifestou confiança na possibilidade da decisão judicial vir a ser reformada nas outras instâncias e lembrou que todos têm direito a amplo direito à defesa.

Os deputados Roberto Costa (PMDB) e César Pires (DEM) fizeram apartes para se solidarizar a João Abreu e manifestar apoio às palavras proferidas por Max Barros em relação ao comportamento ético e pela vida correta do empresário por 50 anos de atividades pública e privada.

“O seu passado dá todas as garantias para que continue tendo a credibilidade, não só da Assembleia, mas do povo do Maranhão. E o deputado Max foi muito sábio, quando mostra que, desde o primeiro momento, João Abreu esteve aberto em todos os momentos para a Justiça”, declarou Roberto Costa.

“Todos devemos pagar pelos os nossos equívocos, mas não de for- ma desnecessária para o homem que tem família, tem vínculo, tem residência fixa. Eu acho que ele jamais se permitiria outro caminho que não fosse esse, da legalidade”, afirmou César Pires.