Atacar a Polícia Federal é mais um equivoco dos asseclas do comunista

por Jorge Aragão

Pelo visto o governador Flávio Dino e seus asseclas seguem tontos e desorientados, diante da repercussão da Operação Pegadores da Polícia Federal, na última quinta-feira (16), que confirmou a existência de corrupção na gestão comunista.

Depois de tentarem, como de costume, transferir a responsabilidade de seus erros, agora Flávio Dino, indiretamente, e seus asseclas diretamente, querem, de maneira absurda, atacar e atingir a honra da Polícia Federal, uma instituição séria e considerada pela população brasileira a mais respeitada e proba no País.

De maneira irresponsável e tola, os asseclas do comunista agora surtaram e insinuam que a Operação Pegadores da Polícia Federal teria sido ordenada pelo ex-presidente José Sarney. A insinuação é pelo fato de que Sarney, algo negado pelo ex-presidente, poderia ter indicado o novo comandante do órgão no Brasil, Fernando Segóvia, que inclusive já foi superintendente da PF no Maranhão.

Inicialmente deixar claro que essa possibilidade é risível e demonstra o tamanho do desespero dos comunistas. E caberá, mais uma vez, ao Blog do Jorge Aragão demonstrar o motivo de que não tem como a tese prosperar.

Logo de cara, a calúnia dos asseclas do comunista é absurda, e pelo simples fato de que Segóvia assumiu o comando da Polícia Federal no dia 10 de novembro de 2017, ou seja, seis dias antes da Operação Pegadores.

Quem em sã consciência vai acreditar nessa sandice??? Afinal o novo comandante, que ainda está se adaptando ao novo cargo, não teria, por mais que quisesse, tempo suficiente para realizar e organizar uma operação desse porte.

Depois, para derrubar de vez a tese irresponsável dos asseclas do comunista, a Operação Pegadores foi iniciada em 2015, com gravações interceptadas, com autorização da Justiça, e com o monitoramento dos servidores do Governo Flávio Dino que participaram desse ato de corrupção. Ou seja, a participação de Segóvia na operação é zero.

Pior é que o governador Flávio Dino retuitou uma dessas afirmações absurdas, demonstrando concordar com a tese, mas por falta de coragem, outra peculiaridade do comunista, não emitiu sua opinião diretamente.

Ou seja, pelo que demonstra Flávio Dino, com essa ação de retuitar essa aberração, é que a Polícia Federal está a serviço de José Sarney e que não existiu nenhuma corrupção na sua gestão.

Será que Flávio Dino imagina que a Polícia Federal criou toda essa situação em apenas seis dias??? Será que Flávio Dino esqueceu que, por diversas vezes, elogiou publicamente as ações da Polícia Federal??? Será que a desconfiança de Flávio Dino é pelo fato da Polícia Federal, pela primeira vez na história, está sendo comandada por uma mulher no Maranhão??? Será que Flávio Dino imagina que todos os diálogos divulgados foram montados???

Pelo visto, para o governador Flávio Dino a Polícia Federal só age com isenção quando realiza operações que atinjam seus adversários políticos, mas quando atinge alguém de sua relação ou seu próprio governo, aí o conceito muda da “água para o vinho”.

Como sempre incoerente e cada vez mais perdido.

Fernando Segóvia é o novo comandante da Polícia Federal

por Jorge Aragão

Nesta quarta-feira (08), o presidente da República, Michel Temer, confirmou que o delegado Fernando Segóvia será o novo diretor-geral da Polícia Federal, em substituição a Leandro Daiello.

O novo comandante é velho conhecido dos maranhenses. Fernando Segóvia já foi superintendente da Polícia Federal no Maranhão.

Fernando Segóvia tem 22 anos de carreira na Polícia Federal e pertenceu a um grupamento de elite da corporação, o Comando de Operações Táticas (COT). Além da superintendência da PF no Maranhão, Segóvia foi coordenador, pela PF, da Campanha do Desarmamento.

Em Brasília, alguns colunistas atribuem a escolha de Fernando Segóvia ao ex-presidente da República, José Sarney. Andréia Sadi, que pertence ao G1, afirma que Sarney fez lobby junto ao presidente Michel Temer pelo novo diretor-geral (veja aqui).

Sarney classifica como vergonha nacional, o gaiolão em Barra do Corda

por Jorge Aragão

Por José Sarney

Desceu sobre o nosso Estado uma vergonha nacional. A visão que foi projetada foi cruel. E ninguém acreditava que, no Brasil, pudéssemos ter uma reminiscência das formas de tortura da Idade Média, onde eram raras as cadeias, mas em geral as pessoas ficavam amarradas em esteios, cavernas e masmorras – ou penduradas em gaiolas. Era uma maneira de se chegar à aplicação das penas conhecidas, que eram marcas infamantes, mutilações e mortes cruéis. A forma da morte era escolhida de maneira que fosse lenta – por isso a “modernidade” da guilhotina, que era rápida.

Não sei se, na União Soviética, que morreu sem deixar saudades, mas o saldo de mais de 30 milhões de mortos, o Stalin do comunismo de Estado construía gaiolões.

A verdade é que Barra do Corda, em nosso Estado, não merecia notoriedade nacional por esse motivo: ter sido descoberto um pequeno campo de concentração para punir pessoas, expostas à degradação, uma vez que era um espaço cercado de grades, de alto abaixo, um quadrado acimentado, em que um ser humano, sem água e sem lugar para fazer suas necessidades, fica na degradação humilhante de acocorar-se, esparramar-se no chão, ou ficar em pé, de qualquer forma exposto ao sol durante todo o dia, podendo sofrer queimaduras, feridas e sequelas externas e internas.

O homem, através dos tempos, chegou a um momento em que a insensibilidade tomou conta dos corações. Mas ninguém deixou de pungir-se com a cena do gaiolão de Barra do Corda, em que Francisco Lima e Silva, exposto a essas condições tão desumanas, só teve o alívio da morte.

O Ministério Público e a Defensoria daquele Município, desde o mês de maio, pediam que a monstruosidade fosse interditada. O juiz negou a inicial. Mas eles tiveram o cuidado de distribuir a denúncia da crueldade ali existente a todas as entidades nacionais que vigiam os direitos humanos.

O Governo do Estado lavou as mãos, e agora, diante da tragédia, diz que a culpa não é dele, mas de seus adversários. Essa fuga já não existe mais, pois, há três anos, estamos mergulhados nessa insensibilidade, que chegou ao máximo com o de que agora o país toma conhecimento.

Nada se fez. Nada se está fazendo. E acredito que nada se fará. Por muito menos, Roseana sofreu uma campanha política comandada pelos governantes atuais, que a responsabilizavam por uma disputa, também cruel, entre facções de bandidos.

Sobre essa campanha, que tinha objetivos eleitorais, um dia vão ser esclarecidas as suspeitas que pesam de terem sido promovidas com intuito político, que finalmente deu resultados.

O dr. Janot ameaçou pedir intervenção no Estado, denunciar à ONU, na Comissão de Direitos Humanos, e para cá mandou uma comissão de procuradores, cuja função era apenas atingir o objetivo político.

Quando assumi o Governo do Maranhão, em 1966, ainda tínhamos, em nosso Estado, o famoso tronco da Idade Média, que foi usado contra os escravos e continuou depois da abolição, com os prisioneiros a ele ficando acorrentados e expostos à execração pública. Fui à televisão, mostrei as correntes e acabei com esse tipo milenar de privação de liberdade e preparação para a morte.

Agora me parece que o gaiolão é um tronco moderno, feito de cimento e vergalhões de ferro.

No tempo da escravatura, diziam que, para os pretos, só tinham três “P”: pano, pão, porrada. Essa é a lei que está voltando em nosso Estado.

No momento em que toda a Nação pede a manutenção da lei do trabalho escravo, nós estamos vendo aqui não o trabalho escravo, mas a execução com crueldade de um comerciante, que paga com sua vida o grito de todos nós pedindo que esse tipo de prisão e outros cruéis, que caracterizam o sistema prisional brasileiro, acabem para sempre.

O maranhense é um povo pacífico, ordeiro, generoso e não aceita que gaiolão rime com Maranhão.

José Sarney

Ainda a pesquisa de Flávio Dino: paixão e números

por Jorge Aragão

O Blog até nem ia mais comentar os números da pesquisa contratada pela TV Difusora, até mesmo pelo fato da própria TV Difusora ter aniquilado a tal pesquisa (reveja), mas diante de uma postagem, no mínimo estranha, do governador Flávio Dino, o Blog foi obrigado a rever seu posicionamento.

No Twitter, Flávio Dino fez o seguinte comentário: “Pesquisa DataIlha confirma pesquisa Exata. Em meio à escuridão que a crise trouxe, estamos lutando muito e a população está reconhecendo”, até aí nenhuma novidade, afinal os dois levantamentos foram encomendados pelo grupo do governador, mas o estranho foram os números apresentados pelo comunista. Veja abaixo.

O problema é que os números divulgados por Flávio Dino, não batem com os números de nenhuma pesquisa divulgada recentemente pelos comunistas, como os levantamentos Data Ilha de setembro, Exata de outubro e Data Ilha de outubro.

Ao que parece, não combinaram com Flávio Dino os números divulgados e os repassados ao governador, afinal algo visivelmente não está batendo. O “deslize” é apenas mais uma prova da credibilidade dos números que estão sendo divulgados, bem como as ações do governador, como demonstrou o Blog (reveja).

Paixão – Outra coisa que chama a atenção na postagem é a paixão obsessiva de Flávio Dino pelo ex-presidente José Sarney. O comunista, na postagem divulgada, faz questão de divulgar que “vence todos os candidatos do Sarney”.

Ou seja, para Flávio Dino todo é qualquer um que seja candidato contra ele é um candidato do ex-presidente José Sarney. A paixão desenfreada e sem limites do comunista, acaba lhe cegando, fazendo desrespeitar a democracia e adversários políticos.

Será que o deputado estadual Eduardo Braide, que liderou um bloco governista na Assembleia, mas por ter se decepcionado com a gestão comunista, resolveu seguir outro rumo, virou candidato do Sarney? Se Dino achava isso, por qual motivo deixou ele liderar um bloco governista?

Será que o senador Roberto Rocha, que foi eleito na mesma chapa de Flávio Dino, mas por ter se desencantado com o Governo da Mudança, resolveu seguir outro rumo, também virou candidato do Sarney? Se Dino achava isso, por qual motivo pediu voto e fez campanha para Rocha?

Será que Maura Jorge, que estava aberta para um bom relacionamento com o governador, mas que depois de ser destratada na sua própria cidade, resolveu ser candidata ao Governo do Maranhão, também virou candidata do Sarney?

Pelo visto Flávio Dino, com as promessas não cumpridas, com um governo medíocre e com a popularidade em baixa, vai mais uma vez apostar no maniqueísmo do bem contra o mal.

Só que desta vez, todos já sabem que o comunista está longe, mas longe mesmo, de ser o bem ou o bom nesse novo embate.

STF arquiva processo da Lava Jato contra José Sarney

por Jorge Aragão

O ex-presidente da República, José Sarney (PMDB), teve seu processo na Operação Lava Jato arquivado nesta terça-feira (10), pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.

Além de José Sarney, o ministro do STF também arquivou os processos contra dois outros peemedebistas, Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR), e do ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado.

Todos chegaram a ser acusados de atrapalharem a investigação da Operação Lava Jato, mas por total falta de provas, o próprio ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, antes de deixar o cargo, no dia 11 de setembro, pediu o arquivamento do processo (reveja).

Agora, quase um mês depois da solicitação de Janot, Edson Fachin resolveu acatar o pedido.

O reconhecimento de Lula a Sarney

por Jorge Aragão

Para desespero dos comunistas maranhenses, que querem se apoderar da popularidade do ex-presidente Lula, o petista declarou nesta sexta-feira (25) que é grato a Sarney, demonstrando todo o seu reconhecimento ao ex-presidente da República.

A declaração de Lula aconteceu durante entrevista a rádios no interior de Pernambuco. “Sou grato a Sarney. É importante que se diga. Sou grato a Sarney como presidente do Senado”, declarou o petista.

Lula foi mais longe e fez questão de dizer que mesmo pressionado, não rompeu com Sarney. “Teve um tempo que as pessoas queriam que eu rompesse com Sarney. E eu iria ganhar de presente o Marconi Perillo [PSDB] como presidente do Senado. Eu deixaria de ter um tubarãozinho manso para ter um tubarão louco mordendo até o pé”, afirmou o petista ao ser questionado sobre um eventual encontro com Sarney no Maranhão no início de setembro. Lula cumprirá agenda na capital maranhense entre os dias 05 e 06 de setembro.

Fatalmente essa entrevista, que repercutiu nacionalmente (veja aqui) os comunistas maranhenses não curtiram, mas Lula apenas reconheceu quem efetivamente lhe ajudou quando ele foi presidente da República.

PF conclui que Sarney não cometeu crime de obstrução da Lava Jato

por Jorge Aragão

A Polícia Federal enviou na sexta-feira (22) relatório conclusivo ao Supremo Tribunal Federal da investigação de uma suposta obstrução da Operação Lava Jato pelos políticos do PMDB, José Sarney, Renan Calheiros e Romero Jucá.

De acordo com o relatório, de quase 60 páginas, a PF concluiu que não houve nenhum crime de obstrução da Operação Lava Jato pelos peemedebistas. Segundo a PF, que avaliou gravações feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, os políticos não cometeram atos de obstrução da Justiça.

O inquérito foi aberto pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base na delação de Sérgio Machado.

“Não compreendemos existir elementos indiciários de materialidade do crime (…) haja vista que no espectro cognitivo próprio desta sede indiciaria, o conteúdo dos diálogos gravados e a atividade parlamentar dos envolvidos ou no período em comento não nos pareceu configurar as condutas típicas de impedir ou embaraçar as investigações decorrentes da Lava Jato”, diz o texto do relatório.

Agora, o ministro Fachin vai encaminhar o relatório conclusivo da PF à Procuradoria Geral da República. O procurador Rodrigo Janot deverá pedir o arquivamento da denúncia.

“Estou de pijama”, diz José Sarney

por Jorge Aragão

O ex-presidente da República José Sarney foi abordado pelo jornalista Gerson Camarotti (Globo), ao sair da posse do novo ministro da Justiça, Torquato Jardim, na tarde/noite da quarta-feira (31).

Camarotti quis saber se foi realmente José Sarney que articulou a ida de Torquato para o Ministério da Justiça em substituição a Osmar Serraglio, como especulado. Sarney negou e assegurou ao jornalista: “Estou de pijama”. Veja abaixo a rápida entrevista concedida pelo ex-presidente.

Camarotti – Dizem que o senhor foi o padrinho….
Sarney – Não, nada disso! Eu estou de pijama.

Camarotti – Mas dizem que o senhor está articulando muito, ajudando o Temer…
Sarney – Não é verdade. É que vocês são… continuam com grande capacidade de invenção.

Camarotti – Como o senhor avalia a presença do Torquato?
Sarney – Eu conheço o Dr. Torquato há mais de 30 anos. É um homem brilhante e que tem grandes serviços prestados ao direito no Brasil.

Camarotti – Por que a mudança (na Justiça)?
Sarney – Isso eu não sei.

Inegavelmente continua com muita força o ex-presidente José Sarney, para o azar dos adversários que o subestimaram. Clique aqui e veja o vídeo da entrevista.

Encontro entre Sarney e Temer pode ser decisivo

por Jorge Aragão

Apesar de estar sem mandato, o ex-presidente da República, José Sarney, segue sendo um dos políticos mais influentes no Brasil e o encontro que teve com o atual presidente Michel Temer, é mais uma prova inconteste.

Temer esteve, no sábado (27), almoçando com alguns ministros do seu governo que pertencem ao PSDB, mas logo depois recebeu no Palácio do Jaburu a visita de José Sarney.

Durante aproximadamente quatro horas, Temer e Sarney debateram sobre a crise política que o Brasil vai enfrentando, principalmente após as delações dos proprietários e diretores da JBS.

O encontro deve ser decisivo para decisões futuras. Alguns afirmam que Sarney tem aconselhado Temer a não renunciar, mas alguns portais têm dito que Sarney já teria dito a Temer que o melhor caminho seria ele optar por uma “saída negociada”.

A “saída negociada” é a tese que mais segue crescendo, principalmente se Temer tiver mesmo perdido a governabilidade junto ao Congresso Nacional. Sem forças, o melhor caminho para Temer seria tentar comandar a sua sucessão.

É aguardar e conferir.