BNDES: internautas confirmam denuncia de André Fufuca

por Jorge Aragão

O governador Flávio Dino (PCdoB), pharm como de costume, cure tentou desqualificar a denuncia feita pelo deputado federal do Maranhão, André Fufuca (PEN), que, durante a CPI do BNDES, afirmou que no Estado as obras oriundas do empréstimo juntos ao BNDES estão paralisadas.

Fufuca, durante depoimento do presidente do BNDES, Luciano Courinho, questionou o motivo da paralisação das obras. Coutinho afirmou categoricamente que as obras estão paralisadas por decisão unilateral e exclusiva do Governo Flávio Dino.

O governador, nas redes sociais, foi contestar tal afirmação e foi, mais uma vez, desmentindo por comentaristas que declinaram o nome de algumas das obras paralisadas no Maranhão. Veja abaixo.

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Presidente do BNDES culpa Governo Flávio Dino por obras paradas

por Jorge Aragão

Por essa o governador Flávio Dino (PCdoB) não esperava. O presidente do BNDES, order Luciano Coutinho, purchase afirmou claramente que as obras no Maranhão estão paralisadas por culpa exclusiva do Governo do Maranhão.

A afirmação de Luciano Coutinho foi feita na CPI do BNDES, cialis após pergunta decisiva do deputado federal do Maranhão, André Fufuca (PEN). O parlamentar que é sub-relator da CPI questionou o presidente do BNDES sobre a paralisação das obras no Maranhão, e ele foi categórico em afirmar que a decisão é do Governo Flávio Dino. Veja o vídeo abaixo.

E agora meu caro Flávio Dino?
 

Isso pode meu caro Flávio Dino?

por Jorge Aragão

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Pelo visto, shop a promessa do governador Flávio Dino (PCdoB) de que os secretários do Governo do Maranhão não serão candidatos nas próximas eleições é apenas mais uma que não será cumprida.

Vários blogs vêm denunciando o secretário de Infraestrutura do Governo Flávio Dino, view Clayton Noleto (PCdoB), sovaldi sale de utilizar a máquina pública para fazer sua campanha a Prefeitura de Imperatriz em 2016.

No mês de julho, mês do aniversário de Imperatriz, Clayton Noleto espalhou outdoors pela cidade. Além dos parabéns, Noleto ainda aproveitou para destacar as obras da sua pasta feitas em Imperatriz, conforme foi denunciado pelo Atual 7.

O Blog recebeu agora um trecho de um discurso de Clayton Noleto, em evento público em Imperatriz, na semana passada, onde fica claro que o secretário irá sim disputar a Prefeitura de Imperatriz. Veja abaixo.

A pré-candidatura de Noleto a prefeito de Imperatriz, além de ir de encontro ao que disse o governador Flávio Dino, ainda cria embaraços dentro do grupo político de Flávio Dino, afinal o atual prefeito Sebastião Madeira (PSDB) e Rosângela Curado (PDT) também tem interesse no pleito eleitoral da segunda maior cidade do Maranhão.

Mais uma do governo “democrático” de Flávio Dino

por Jorge Aragão

gomesO governador Flávio Dino, treat que se diz democrático e aberto ao diálogo, deu mais uma prova que o seu governo está longe do que ele prega e se assemelha a uma ditadura.

Na quarta-feira (26), novamente foi a vez de um policial militar sentir a ira do Governo Flávio Dino, pelo simples fato de não rezar na cartilha comunista e não tomar benção ao governador.

O Soldado Gomes, do Batalhão do Choque, teve sua prisão decretada por dois dias pelo Subcomandante do Choque, Fabiano Aurélio Barros Lobato.

O mais absurdo foi o motivo da prisão do Soldado Gomes. O praça acabou sendo detido pelo simples fato de ter criticado o bandeco fornecido para a corporação durante o serviço que a tropa realizou durante a presença da presidenta Dilma em São Luís.

O militar fez a reclamação através das redes sociais quando encaminhou uma mensagem via WhatsApp em que diz que a comida era de baixa qualidade.

Vale ressaltar que essa não é a primeira vez que militares reclamam publicamente da qualidade da comida que está sendo servida. Em julho, durante o Lava­Bois em São José de Ribamar, um PM também do Batalhão de Choque reclamou da baixa qualidade do almoço servido.

O curioso é que ações como essas, caso acontecessem no Governo Roseana, eram exaustivamente criticadas pelo então candidato Flávio Dino. No entanto, agora, com o poder nas mãos, o diálogo faz parte do passado e sobre o tal governo democrático, fica claro que tudo não passou de uma utopia e estamos nos aproximando, a cada dia, de uma ditadura.

Adriano Sarney destaca ‘apropriação indébita de obras’ no Governo Flávio Dino

por Jorge Aragão

adrianosarneyNa sessão ordinária desta quarta-feira (26), advice na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Adriano Sarney (PV), classificou de “apropriação indébita de obras” o que tem sido feito no Governo Flávio Dino.

“É muito fácil pegar obras iniciadas no governo passado e trocar o nome, colocar o “Mais” na frente e dizer que são iniciativas do atual governo. Estamos diante da maior apropriação indébita de obras que o Maranhão já presenciou”, afirmou Adriano.

O parlamentar estava respondendo ao colega Rafael Leitoa (PDT) que destacou as ações que estão sendo desenvolvidas pela CAEMA, como se fosse obra exclusiva do Governo Flávio Dino. Adriano lembrou o esforço feito para viabilizar recursos no Governo Roseana.

“É preciso dizer do esforço do o ex-presidente da CAEMA, João Moreira Lima, da governadora Roseana, do ex-secretário Ricardo Murad, que conseguiram levantar R$ 300 milhões em Brasília para o pacto de saneamento básico, que melhorará e muito a situação do Maranhão”, declarou.

Adriano Sarney destacou que é correto que se dê continuidade as obras, mas lamentou que os governistas queiram passar para a sociedade que, como num passe de mágica, já realizaram obras no Maranhão em apenas oito meses de governo.

“Acho que o governo atual tem que dar continuidade as boas obras sim do governo passado, só não pode negar que essas obras já existiam. Fazer isso é, no mínimo, falta de honestidade intelectual. O povo maranhense também não é bobo, se oito meses é pouco tempo para se cobrar resultados do governo atual, obviamente que também é pouco tempo para se entregar obras, só se elas estavam encaminhadas, como é o caso”, salientou.

Adriano Sarney ainda lembrou outros casos, como o Hospital Macrorregional de Pinheiro que será inaugurado em alguns dias. O parlamentar fez questão de destacar que a maioria das obras estão sendo realizadas graças ao empréstimo contraído junto ao BNDES, empréstimo que o grupo político de Flávio Dino não só condenou, mas como trabalhou para que não fosse realizado.

Projetos – A Assembleia aprovou, na sessão desta quarta-feira (26), os Projetos de Lei nº 085 e 086, ambos de autoria do deputado Adriano Sarney, que estabelecem diretrizes e bases, respectivamente, para os Programas Estadual de Conscientização, Conservação e Uso Racional de Água e Conscientização, Uso Racional e Economia de Energia Elétrica.

Para saber mais detalhes clique aqui.

A contratação de aeronaves no Governo Flávio Dino

por Jorge Aragão

aeronavesNa edição deste domingo (23), there o jornal O Estado do Maranhão detalhou o contrato de aluguel de aeronaves do Governo Flávio Dino com a empresa Heringer Táxi Aéreo Ltda, prescription que venceu a licitação.

O primeiro caso de causar perplexidade é que o valor hoje é 87% a mais do que o que era pago pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), online em 2014, no Governo Roseana, por serviço semelhante.

No levantamento feito, no ano passado, em virtude de um contrato assinado pela Saúde em 2011, a hora­voo paga pelo aluguel de uma “aeronave asa fixa, bimotora, turbo­hélice”, custava R$ 6,3 mil. Já o novo contrato, oriundo de uma Adesão a Ata do Estado do Tocantins, prevê o pagamento de R$ 11,7 mil por hora voada, de uma aeronave com especificações semelhantes.

Na comparação com o valor gasto pelo Governo do Tocantins ­ do qual a ata fora aderida ­, o Maranhão também pagará mais caro. Nesse caso, a diferença é de 59%.

A hora­voo cobrada pela Heringer Táxi Aéreo ao estado vizinho pelo aluguel de um bimotor turbo­hélice era de R$ 7.390,00. No Maranhão, a mesma empresa conseguiu um contrato para o fornecimento de avião semelhante cobrando R$ 11.750,00.

Uma das justificativas para o gasto é a extensão territorial do Maranhão e do Brasil ­ para alugar o jatinho, o Executivo exige que ele tenha autonomia para voo direto no trecho São Luís/São Paulo, por exemplo.

“Considerando a extensão territorial do nosso país onde apenas 40 [quarenta] Municípios brasileiros são atendidos pela Aviação Comercial regular e ainda a extensão do nosso Estado com 217 [duzentos e dezessete] Municípios torna­se necessária a contratação de meio de transporte imediato, ágil e seguro”, diz o edital.

O jornal chegou a solicitar do Executivo explicações sobre as diferenças nos valores, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição. Instada a se manifestar sobre o assunto, a Heringer Táxi Aéreo também não apresentou posicionamento oficial.

O curioso é que no Tocantins, contrato com a Heringer Táxi Aéreo Ltda. foi cancelado recentemente. Além da rescisão, o Governo do Tocantins instaurou Sindicância Administrativa para apurar os motivos pelos quais a empresa não cumpriu obrigações contratuais, firmadas com a Secretaria de Saúde do Estado Tocantins.

Já no Maranhão, depois de hipocritamente demonstrar ser contra gastar recursos públicos com a contratação de aeronaves, o governador Flávio Dino agora as utiliza como poucos. É a mudança, mas mudança de postura do político Dino, que pensava de um jeito antes, e de um jeito totalmente diferente agora.

Empresário denuncia exploração ilegal de transporte no Governo Flávio Dino

por Jorge Aragão

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De O Estado – A entrega dos 10 ônibus para o transporte de passageiros na região metropolitana de São Luís pelo governo estadual está gerando polêmica. O empresário Romeu Carvalho da empresa TCM alega prejuízo com a ação do governo estadual já que ele tem a concessão do serviço para área até o fim de 2016.

Na manhã de ontem, hospital o governador Flávio Dino (PCdoB) entregou 10 ônibus da empresa Transequinte contratos pela Agência Estadual de Transporte e Mobilidade Urbana (MOB) para transporte de passageiros entre os municípios São Luís e São José de Ribamar. O valor a ser praticado é de R$2,80, valor igual ao praticado pela empresa TCM, que tem a concessão do serviço até 2016.

O proprietário da empresa, Romeu Carvalho garante que contestará na justiça a exploração do serviço pela nova empresa contratada, segundo ele, sem licitação. “O governo divulgou que conversou com as empresas que teriam aceitado acordo para que fossem colocados novos carros. Mas isso nunca aconteceu. Nunca fomos procurados”, afirmou o empresário.

Ainda segundo Carvalho, os novos ônibus explorando o serviço da região acarretará em prejuízo financeiro. “Temos a concessão até dezembro de 2016. Já sofremos com as vans e o transporte pirata de passageiros em carros de passeio. Agora temos mais essa concorrência oficial porque é do governo estadual”, disse.

A TCM trabalha atualmente com duas linhas sendo uma que passa pela Ponte Bandeira Tribuzi e disponibiliza sete carros para os passageiros e outra que passa pelo bairro João Paulo que também tem sete carros fazendo o translado.

Em informações divulgadas pela Assessoria de Comunicação, o governo diz somente que disponibilizará ônibus climatizados em uma linha expressa com paradas pré­definidas e lotação máxima de 70 passageiros. O preço apontado pelo governo é outro alvo de reclamação do empresário que diz ser o mesmo praticado pela empresa que tem a concessão do serviço.

Segundo Carvalho, a informação repassada ontem a ele pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT) é que inicialmente o valor que foi acertado com a MOB era de R$ 3, mas que na SMTT ninguém soube explicar por qual motivo esse valor foi reduzido.

Sobre a acusação de prática ilícita de serviço do transporte coletivo, O Estado entrou em contato com o governo estadual solicitando informação sobre a forma de contratação da empresa pela MOB, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.