Flávio Dino, um governador refém de suas próprias palavras

por Jorge Aragão

Infelizmente o governador Flávio Dino, por tentar passar a imagem de arauto da moralidade em busca de uma eleição em cima de falsas promessas, hoje se tornou um político refém de suas próprias palavras.

O Blog poderia citar inúmeros exemplos, mas o dia seria pequeno para isso. Sendo assim, citaremos apenas dois momentos latentes e marcantes em que o governador se tornou refém de suas palavras e hoje ficou mais conhecido pela sua incoerência do que a sua suposta capacidade para governar.

O primeiro caso emblemático é o da locação de aeronaves com dinheiro público. Antes de ser governo, ou seja, enquanto era oposição, Flávio Dino utilizava as redes sociais para criticar essa situação, já que a época que ele entendia ser desperdício de dinheiro público e uma inversão de prioridades. Veja abaixo o que o oposicionista Flávio Dino pensava a respeito.

Entretanto, o pensamento de Flávio Dino mudou radicalmente. É bem verdade que ele até ensaiou viajar em voo comercial, mas a farsa não durou um mês. Atualmente Flávio Dino não só aluga aeronaves, como aumentou este ano o valor do contrato. Isso sem falar que já pagou a empresa Heringer Táxi Aéreo mais de R$ 8 milhões sem a devida licitação, apenas baseado em aditivos do contrato inicial. O contrato é alvo de inúmeras denúncias e até a ANAC está investigando a aeronave que é utilizada pelo Governo Flávio Dino.

O segundo exemplo, para não me alongar muito, são os famosos alugueis camaradas. Em 2014, durante a campanha eleitoral, Flávio Dino e outros oposicionistas denunciaram a locação de um imóvel, que serviria para abrigar pacientes com câncer, na Avenida São Luís Rei de França pelo Governo Roseana. A crítica era pelo fato do proprietário ser Lobão Filho, que é do PMDB, mesmo partido da governadora, e pelo fato de ter sido pago, durante cinco meses, o aluguel de R$ 30 mil para um imóvel fechado. Veja o que Dino pensava a respeito.

Eis que, quando virou governador, Flávio Dino não só repetiu tudo o que condenava, como já é reincidente. O primeiro aluguel camarada foi o caso do prédio do anexo da FUNAC na Aurora. O imóvel pertence a um filiado do PCdoB e inclusive já havia sido utilizado como comitê de campanha pelos comunistas. O dono do imóvel também era servidor do Governo Flávio Dino, algo proibido por lei. Além disso, o Governo Flávio Dino pagou mais de um ano de aluguel com o imóvel fechado.

Agora surge novamente mais um escândalo do aluguel camarada, o caso da Clínica Eldorado, para demonstrar que o primeiro caso não foi exceção. Já começa que o imóvel foi contratado por dispensa de licitação, algo que Flávio Dino criticava quando era oposição. Depois descobriu-se que as proprietárias são mãe e filha de uma assessora da Secretaria de Saúde do Governo Flávio Dino, pasta responsável pela assinatura do contrato. Depois também se descobriu que a obra que deveria durar 90 dias, já dura um ano e durante todo esse período o Governo Flávio Dino pagou mais de R$ 1 milhão para o imóvel fechado. Para finalizar, também se descobriu, baseado no contrato entre as partes, que as benfeitorias feitas pelo governo no imóvel particular não são obrigadas a serem ressarcidas.

Realmente e infelizmente, não resta dúvidas que hoje Flávio Dino é um político incoerente e refém de suas palavras, afinal como dizia meu finado avô, língua não é osso, mas quebra caroço.

Comunistas seguem perdidos para justificar “Maranhão quebrado”

por Jorge Aragão

Ainda repercute a declaração dada pelo governador Flávio Dino em Caxias, onde o comunista afirmou que o Maranhão estava “quebrado” e sem nenhum dinheiro na conta.

Para alguns, a declaração foi apenas a tentativa de justificar a diminuição drástica de repasse de recursos para a cidade de Caxias, em virtude do fato da gestão agora não ser mais de um aliado do governador.

Entretanto, outros acreditaram nas declarações do governador e lhe taxaram de péssimo gestor, pois conseguiu zerar o caixa do Estado. Muitos inclusive lembraram que quando recebeu o Governo do Maranhão, Dino tinha milhões em cofres, recursos oriundos do empréstimo do BNDES.

Pior é que, no intuito de atingir a ex-governadora Roseana, o deputado federal Rubens Júnior, apenas confirmou o que foi dito, que o dinheiro ficou para Flávio Dino. Veja abaixo.

O ex-deputado Joaquim Haickel foi preciso e fez, em cima da postagem de Rubens Júnior, uma constatação óbvia, que deixa os comunistas sem argumentos para as inverdades ditas.

Pelo visto os comunistas seguem perdidos, até mesmo para mentir.

A cara de pau impressionante e sem limites de Flávio Dino

por Jorge Aragão

Ou Flávio Dino imagina que o povo maranhense não possui memória ou realmente acha que aqui no Maranhão só existem abestados.

Ao invés de tentar explicar a sua incoerência e a imoralidade dos alugueis camaradas, como este último da Clínica Eldorado, Flávio Dino preferiu apelar nas redes sociais para inverdades, sem justificar como já pagou quase R$ 2 milhões de alugueis para imóveis fechados.

Inicialmente Dino tenta criticar a TV Globo e responsabilizar o ex-presidente José Sarney pela reportagem exibida em todo o Brasil.

Só que o comunista esqueceu das inúmeras matérias, desta mesma TV Globo, que serviram para ele criticar o Governo Roseana Sarney, até mesmo durante a campanha eleitoral de 2014, como foram as reportagens do Complexo de Pedrinhas e dos ônibus incendiados em São Luís. Se Sarney tem mesmo esse prestígio que Dino diz que tem, ele deixaria sair esse tipo de reportagem contra o governo de sua própria filha? O problema é que quando a reportagem atende aos interesses dos comunistas, é a melhor do mundo, mas quando denuncia os desmandos, e percebam que não são poucos, a opinião muda radicalmente.

Depois o governador seguiu se contradizendo, pois pediu que alguém explicasse como fazer uma reforma antes de alugar.

Até que o questionamento do governador seria pertinente, mas somente se ele não tivesse condenado essa prática em 2014, conforme o Blog demonstrou ontem na postagem “De como mudou o pensamento de Flávio Dino sobre alugueis públicos”. Naquela oportunidade, o comunista, como era Oposição, questionava o motivo de pagar o aluguel de um imóvel fechado, que atenderia pacientes com câncer. O imóvel estava fechado sofrendo reformas e adequações, ou seja, não poderia sofrer reparos antes de ser alugado, mas Dino não lembrou disso. Pior é que o valor pago foi de R$ 150 mil, bem longe dos R$ 2 milhões pagos pela gestão comunista. Veja o que dizia antes Flávio Dino.

O governador e seus asseclas ainda questionaram a reportagem e citaram o jornalista Chico Pinheiro, por diversas vezes elogiado pelos comunistas. Chico Pinheiro deu a resposta que mereceu o Governo Flávio Dino.

Pelo visto, a tonta defesa do governador Flávio Dino demonstra que o comunista está perdido pelo inferno astral que atravessa e que possui uma cara de pau sem limites.

O inferno astral de Flávio Dino…

por Jorge Aragão

Depois de dois anos e sete meses comandando o Maranhão, para muitos este seria o pior momento que o comunista atravessa como governador, uma espécie de inferno astral.

Flávio Dino tem sido bombardeado por denúncias no seu governo, pela eterna falta de coerência, por declarações mal dadas e até mesmo por cometer improbidade administrativa na sua gestão.

O governador mais uma vez é denunciado por pagar o aluguel de um imóvel fechado, ou seja, sem funcionar. Dessa vez a denúncia é com relação ao imóvel da Clínica Eldorado. Este é o terceiro caso descoberto no governo comunista, que somados se aproximam de R$ 2 milhões o valor pago por alugueis de imóveis fechados. Lembrando que quando era Oposição, Dino criticou a mesma prática feita no Governo Roseana, sendo que o valor pago e criticado era de R$ 150 mil, bem menor que os R$ 2 milhões da sua gestão (reveja). O assunto ganhou destaque na imprensa nacional, conforme postagem anterior.

Além da incoerência dos alugueis com dinheiro público, Flávio Dino enfrenta críticas, também pela falta de coerência, com relação a locação de aeronaves. Nesse quesito é cada vez mais forte o clamor para que o Ministério Público do Maranhão siga o exemplo do Ministério Público do Rio de Janeiro e investigue o contrato do governo comunista com a empresa Heringer Táxi Aéreo, afinal já foram inúmeras denúncias (reveja).

Flávio Dino também tem sido acusado sistematicamente de falta de diálogo com a classe política e principalmente com servidores públicos estaduais. O deputado Eduardo Braide é quem tem feito o papel de ouvir algumas categorias que tem sido atingidas diretamente por projetos do governo comunista, que nem se preocupou em dialogar, apenas em tentar na força governista na Assembleia aprovar na marra tais projetos. O curioso é que antes de ser eleito o que Flávio Dino mais fez foi dialogar com a população, mas agora a realidade mudou muito (reveja).

O governador também foi denunciado nesta semana ao Ministério Público por cometer improbidade administrativa. O deputado Sousa Neto detalhou, com provas in conteste, que Flávio Dino voltou a nomear no seu governo, para um cargo de comissão, um cidadão já condenado pelo Tribunal de Contas do Estado, o que é proibido pela Lei da Ficha Limpa do Servidor Público (reveja).

Em meio a esse turbilhão, o governador para justificar a diminuição de recursos em Caxias, já que a Prefeitura não é mais administrada por um aliado, Flávio Dino afirmou que o Maranhão está quebrado, sem nenhum dinheiro na conta. Entretanto, apesar da declaração, Dino segue privilegiando alguns setores de sua gestão e diminuindo verbas de outros, que deveriam ser priorizados (reveja).

E todo esse inferno astral acontece às vésperas da sua tentativa de reeleição.

De como mudou o pensamento de Flávio Dino sobre alugueis públicos

por Jorge Aragão

Para quem imaginava que o emblemático aluguel camarada da FUNAC, onde o Governo Flávio Dino pagou por mais de um ano o aluguel de um imóvel, que já havia sido inclusive comitê de campanha do partido do governador, sem efetivamente lhe utilizar como um anexo da FUNAC, era um caso isolado, errou feio.

A deputada estadual Andrea Murad trouxe a público o caso do aluguel da Clínica Eldorado, que ao que parece é ainda mais escabroso. Já começa que o contrato de locação foi feito com dispensa de licitação, depois foi descoberto que a chefe da Assessoria Jurídica da Secretaria de Saúde, responsável pela assinatura do contrato, é filha e irmã das proprietárias do referido imóvel.

Entretanto, o escândalo não para por aí. O Governo Flávio Dino já pagou quase R$ 1 milhão de aluguel sem ainda utilizar o imóvel para o devido fim a qual foi locado, pois está reformando o prédio, gastando quase R$ 900 mil.

O curioso é ver como mudou o pensamento do governador Flávio Dino diante dos alugueis feitos com dinheiro público. Em 2014, durante a campanha eleitoral, Dino e seus aliados fizeram um escarcéu quando o Governo Roseana, através do secretário de Saúde, Ricardo Murad, locou por R$ 30 mil um prédio de propriedade do senador Lobão Filho para atender pacientes com câncer. Naquela oportunidade Dino fez duras cobranças nas redes sociais. Veja abaixo.

Seria até cômico, se não fosse trágico, afinal Flávio Dino chamava de clínica fantasma e desvio de dinheiro, pelo fato do Governo Roseana pagar o aluguel, durante cinco meses, antes mesmo de usá-lo, já que seriam necessárias reformas e adaptações.

Agora, no governo comunista já é o terceiro caso em que são pagos alugueis de imóveis fechados, que somados chegam a bagatela de aproximadamente R$ 2 milhões, um valor bem superior aos R$ 150 mil questionado por Flávio Dino.

É meu caro Flávio Dino, língua não é osso, mas quebra caroço.

Bem que o MP do Maranhão poderia copiar o MP do Rio de Janeiro

por Jorge Aragão

Como já dizia o apresentador Abelardo Barbosa, mais conhecido como Chacrinha, que aqui nada se cria, tudo se copia, bem que o Ministério Público do Maranhão poderia copiar a atitude acertada do Ministério Público do Rio de Janeiro.

No Rio de Janeiro, o Ministério Público instaurou procedimento para apurar o lançamento de um edital para contratação de empresa de táxi aéreo em jato executivo para o governador Luiz Fernando Pezão. O objetivo é apurar se a administração respeita os princípios da economicidade e da razoabilidade.

A notícia de que Pezão lançou licitação de até R$ 2,5 milhões para contratar uma empresa de táxi aéreo para “serviço de excelência ao Chefe do Poder Executivo” repercutiu duramente entre políticos, servidores e representantes da sociedade. A contratação milionária no momento em que o Rio de Janeiro atravessa séria crise causou revolta.

Aqui no Maranhão, apesar do governador Flávio Dino ter feito um discurso de terra arrasada em Caxias, no último fim de semana, chegando a afirmar que o Estado “não tem um centavo na conta”, a empresa Heringer Táxi Aéreo acaba de ganhar uma licitação para locação de aeronaves que é mais do que o triplo do valor do Rio de Janeiro.

O novo contrato da Heringer Táxi Aéreo é de R$ 7,7 milhões pelo período de um ano (reveja), ou seja, infinitamente maior que os R$ 2,5 milhões questionados pelo MP do Rio de Janeiro.

Além desse motivo, o Ministério Público do Maranhão também poderia se motivar por outras denúncias já feitas a respeito da locação de aeronaves no Governo Flávio Dino. Vários deputados já denunciaram que a Heringer Táxi Aéreo, que curiosamente e coincidentemente sempre vence as licitações no setor, já teria recebido mais de R$ 8 milhões sem licitação, apenas baseada em aditivo do primeiro contrato entre a empresa e o Governo Flávio Dino.

Entretanto, apesar de tudo isso o Ministério Público do Maranhão parece não ter visto indícios para copiar o Ministério Público do Rio de Janeiro e apurar os contratos de locações de aeronaves.

Talvez somente a buzina do Chacrinha para despertar o MP do Maranhão.

Flávio Dino cada vez mais conhecido nacionalmente

por Jorge Aragão

Mais uma vez a imprensa nacional aborda a fraca gestão de Flávio Dino à frente do Governo do Maranhão.

Nesta quinta-feira (10), o jornalista Claudio Humberto, autor da Coluna Diário do Poder, uma das mais lidas na classe política, retratou o sentimento da maioria dos prefeitos do Maranhão.

E assim segue Flávio Dino, cada vez mais conhecido nacionalmente.

Apenas uma demonstração de maturidade política, nada mais…

por Jorge Aragão

Alguns assuntos nem deveriam ser tratados, principalmente se o debate político fosse mais amplo e não se enxergasse adversários políticos como inimigos e se os interesses da população estivessem acima das querelas políticas.

Entretanto, como no Maranhão essa parece ser uma realidade distante, um simples encontro entre o ministro do Meio Ambiente e deputado federal, Sarney Filho, e o governador do Maranhão, Flávio Dino, em um evento oficial e público, virou alvo de inúmeras fofocas.

Na manhã de quarta-feira (09), Sarney Filho e Flávio Dino estiveram juntos na cidade de Coroatá participando da solenidade de entregas de imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal.

Sarney Filho esteve representando o presidente Michel Temer na solenidade, já Flávio Dino, por Coroatá ser administrada por um aliado seu, esteve presente no evento como governador do Maranhão.

Os dois estão em campos opostos na política, são adversários na disputa eleitoral, mas demonstraram maturidade e não só se cumprimentaram, como também conversaram, algo que deveria ser encarado naturalmente. Talvez alguns torcessem para que os políticos não se falassem e ignorassem um ao outro solenemente, algo tosco e desnecessários.

Após o evento, onde estiveram juntos, cada um seguiu seu caminho e com suas correntes políticas distintas em Coroatá.

Se a maioria dos políticos maranhenses tivessem sempre esse tipo de comportamento, fatalmente o Maranhão estava num patamar bem acima. Entretanto, como a maioria dos políticos transforma adversários em inimigos, quem mais sofre é a população.

Adversários poderiam e até deveriam andar juntos nas questões que favorecem o Maranhão, mas separados no momento da disputa eleitoral. Só que essa situação em terras maranhenses parece utopia.

Sendo assim, o encontro público e oficial de Sarney Filho e Flávio Dino apenas demonstrou a maturidade política de ambos, pelo menos nesse episódio.

Pena que isso não seja uma constante, mas sim uma exceção.

Outra irregularidade com relação aos voos locados pelo Governo Dino

por Jorge Aragão

Pelo visto era melhor o governador Flávio Dino ter mantido sua palavra e coerência na questão da locação de aeronaves com dinheiro público. Antes de ser eleito, ou seja, quando era oposicionista, Flávio Dino criticava essa prática, mas depois que sentiu o gosto do poder, mudou de ideia, mas a mudança de postura e posicionamento tem lhe gerado críticas e problemas.

Depois da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) confirmar que, após a denúncia do deputado estadual Edilázio Júnior, está investigando a locação de uma aeronave que deveria ser utilizada apenas para uso particular e não usada como Táxi Aéreo, o governador se vê no meio de mais uma denúncia.

Agora a denúncia é que em agosto de 2015, um piloto da empresa realizou um pouso com o governador Flávio Dino em um aeroporto interditado pela ANAC. Naquela ocasião, a empresa tinha apenas meses de contrato com o governo e levava o comunista para uma agenda oficial em Bacabal.

O pouso, e a consequente irregularidade, foi realizado no Aeroporto Regional Presidente Sarney. Flávio Dino chegou junto com o então secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, o deputado estadual Bira do Pindaré, e foi recebido pelo então prefeito José Alberto (PMDB) e pelo deputado estadual Carlinhos Florêncio (PHS).

O aeroporto de Bacabal foi interditado pela primeira vez em junho de 2008. Depois disso, chegou a ser liberado, mas, segundo a assessoria de comunicação da ANAC, está novamente interditado desde 2013 – curiosamente, o mesmo ano em que se chegou a anunciar investimentos do Governo Federal, com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil, para recuperar a estrutura desse e de mais 11 aeroportos regionais maranhenses.

E observem que a ANAC ainda não questionou que a aeronave locada aparece no próprio registro do órgão, como uma aeronave interditada. Além disso, ainda também não houve questionamento por parte das autoridades constituídas, sobre o fato de que a empresa Heringer Táxi Aéreo recebeu mais de R$ 8 milhões sem licitação, apenas baseados em aditivos do primeiro contrato.

Definitivamente era melhor para o comunista ter mantido sua palavra sobre o que pensava da locação de aeronaves com dinheiro do povo maranhense, mas a mudança falou mais alto, só que os problemas e as broncas vieram juntos.