O cenário é outro, meu caro Bira do Pindaré…

por Jorge Aragão

Na sexta-feira (03), blogs alinhados ao deputado estadual Bira do Pindaré divulgaram matéria onde a Juventude do PSB apresenta um manifesto defendendo o nome do parlamentar para ser candidato ao Senado Federal na chapa do governador Flávio Dino (PCdoB).

Entretanto, o tal manifesto não teve repercussão alguma e nem terá nenhuma interferência no já complicado “xadrez” do comunista para a composição de sua chapa. O Blog do Jorge Aragão não tem nenhuma dúvida que se esse manifesto fosse nas últimas eleições estaduais, o nome de Bira seria levado em consideração, mas depois de quatro anos, a realidade é totalmente diferente.

A postura de Bira do Pindaré na Assembleia Legislativa, se acovardando dos principais embates políticos, é uma crítica corriqueira ao parlamentar dentro do Palácio dos Leões. Bira é um daqueles políticos que nasceu para ser Oposição e quando chega ao Governo quer apenas as benesses, jamais o fardo.

Bira nem de longe, nesses últimos quatro anos, foi o deputado aguerrido e da frente de batalha do grupo político de Flávio Dino. Em alguns momentos, quando alguma categoria se fez presente na Assembleia, Bira procurou se esconder ao fundo do Plenário e votar as medidas governistas, mas sem ter a coragem de subir à Tribuna para defender, como foi o exemplo da MP 230 dos professores (reveja aqui).

Com essa postura omissa de Bira do Pindaré, sobrou principalmente para Rogério Cafeteira, Othelino Neto e Marco Aurélio, assumirem com coragem o ônus de ser governo, ainda mais numa gestão bastante questionada e em uma realidade muito diferente da prometida.

O maior exemplo do descontentamento do Palácio dos Leões é que durante o Governo Flávio Dino, Bira do Pindaré foi perdendo espaço. O deputado chegou a ter o comando da CAEMA e da Secretaria de Ciência e Tecnologia, mas teve que acomodar os dois aliados na secretaria, pois perdeu o comando da CAEMA.

Bira, se fosse nas eleições anteriores, poderia até ser lembrado para compor a chapa de Flávio Dino até como vice-governador, mas atualmente, depois de quatro anos e uma postura covarde, o tal manifesto não será nem levado em consideração. Algo semelhante com o que o comunista fez com a pré-candidatura de Márcio Jardim ao Senado Federal.

Ou seja, segue o jogo…

Quem fala o que quer, ouve o que não quer, meu caro Bira do Pindaré

por Jorge Aragão

Como era esperado, os governistas nem levaram em consideração o pedido feito pela Associação Comercial do Maranhão, conforme o Blog mostrou mais cedo, e aprovaram, nesta quinta-feira (26), mais um pedido de empréstimo (R$ 100 milhões) para o Governo Flávio Dino.

Durante a Sessão Ordinária, a Oposição tentou evitar a votação, esticando o máximo possível outros debates, mas a estratégia incomodou o deputado Bira do Pindaré, que não só reclamou, como sugeriu mudanças no Regimento Interno da Casa.

“Presidente (Humberto Coutinho), eu queria fazer um apelo, porque eu entendo os dispositivos regimentais, mas eu acho que nós vamos ter que fazer adaptações nesse regimento, porque é um absurdo a gente ter que abrir para discutir uma mudança na ordem da pauta. E eu não posso aceitar que a oposição seja um mero instrumento para atrapalhar e não para discutir realmente efetivamente os assuntos que interessam à população do Maranhão”, esbravejou.

Só que quem fala o que quer, acaba ouvindo o que não quer. O deputado Eduardo Braide, um dos mais revoltados com o novo empréstimo do Governo Flávio Dino, foi no X da questão, demonstrando que o mesmo expediente que estava sendo usado pela Oposição, já havia sido usado anteriormente pelo Governo, sem a reclamação do deputado Bira do Pindaré.

Além da incoerência, Braide abordou assuntos que Bira tem pesadelos, pois evidencia a mudança do aguerrido deputado oposicionista, para o subserviente deputado governista.

“O deputado Bira reclamando sobre requerimentos de inversão de pauta quando ele votou aqui contra os professores, que rasgou o Estatuto do Magistério. O Requerimento nem publicado estava no Diário, mas ele a inversão e votou contra os professores. Eu não vi o deputado Bira reclamando quando houve a inversão de pauta para aprovar o IPREV, mais de 63 cargos em comissão que ele aprovou e foi um Requerimento verbal. A verdade tem que ser dita, pois tem gente que tem a memória curta aqui. E o que ele quer agora? Isso sem esquecer como foi a votação que ele ajudou a aumentar o ICMS para cobrar mais impostos”, disse Braide.

Bira do Pindaré foi obrigado a engolir a seco, afinal contra fatos, não existem argumentos.

“Atitude de insanidade”, diz vereador sobre expulsão de Roberto Rocha

por Jorge Aragão

O vereador de São Luís do PSB, Estevão Aragão, se manifestou nesta quarta-feira (13), na Câmara de Vereadores sobre a decisão da direção estadual do seu partido de expulsar da legenda o senador Roberto Rocha.

Aragão lamentou o fato de não ter sido convidado para o encontro e que o debate deveria ter sido mais amplo e não um “jogo de cartas marcadas”.

“Num ambiente democrático de um partido político, esse debate deveria ser mais amplo e todas as alas convidadas para participar, até para se fazer um confronto de ideias e saia uma decisão amadurecida fruto da decisão da maioria. Só que infelizmente não foi isso que aconteceu, já que eu não fui convidado, os deputados federais do partido não foram e muito menos o senador do partido”, afirmou.

O vereador classificou como uma atitude de insanidade do deputado estadual Bira do Pindaré, idealizador da proposta de expulsão de Roberto Rocha, e que o objetivo é ajudar o PCdoB a seguir com o seu projeto de poder.

“Foi uma atitude de insanidade, já que o PSB perde um senador apenas para ajudar a manutenção de poder do PCdoB, um partido infinitamente menor que o nosso”

Estevão Aragão finalizou afirmando que a expulsão foi apenas um factoide criado, já que Roberto Rocha irá aceitar o convite de retornar ao PSDB.

“Apenas criaram um factoide, já que Roberto Rocha deve deixar o partido por livre vontade, atendendo a um convite do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para retornar ao PSDB”, finalizou.

Resta saber se agora, depois dessas declarações, Estevão Aragão também não será expulso do PSB, afinal já ficou claro que o partido agora tem dono e, pior, o proprietário é de outra legenda.

Direção do PSB no Maranhão aprova expulsão de Roberto Rocha

por Jorge Aragão

Mesmo depois de se tornar Líder do PSB no Senado Federal, o senador Roberto Rocha segue com problemas com a legenda no Maranhão. No último fim de semana, a direção estadual do PSB aprovou, por unanimidade, um pedido de expulsão do senador dos quadros do partido.

A sugestão foi feita pelo deputado estadual Bira do Pindaré, que é o presidente do PSB em São Luís. Bira chegou a convidar Roberto Rocha para sair, mas como ele não aceitou o convite, Bira agora quer a expulsão do senador maranhense do PSB.

Bira defende a expulsão de Roberto Rocha pelo fato de entender que o senador não tem seguido a orientação do partido. Roberto Rocha ainda não se posicionou sobre a decisão do PSB do Maranhão, mas para aliados próximos assegura que a decisão não tem nenhum efeito prático, pois por ser senador somente a direção nacional poderia expulsá-lo.

Além da expulsão de Roberto Rocha, a direção estadual reconduziu o prefeito de Timon, Luciano Leitoa, para a presidência do PSB do Maranhão, e decidiu, desde já, apoiar a reeleição de Flávio Dino para o Governo do Maranhão.

O senador Roberto Rocha tem demonstrado tranquilidade diante da situação. Sendo assim, é melhor aguardar e conferir.

Bira do Pindaré “convida” Roberto Rocha a sair do PSB

por Jorge Aragão

O novo presidente do PSB em São Luís, o deputado estadual Bira do Pindaré, que foi eleito no último fim de semana, esteve concedendo entrevista na TV Difusora, no program Bom Dia Maranhão, na manhã desta terça-feira (22).

Bira do Pindaré não se furtou de comentar sobre o futuro do senador Roberto Rocha na legenda. O novo presidente do PSB praticamente convidou Rocha a sair do partido.

“Ele contraria a orientação totalmente do partido e traiu os seus aliados aqui no Maranhão. Acho que o lugar dele é qualquer outro lugar, menos no PSB, essa é a minha visão sobre esse individuou. Espero que ele tenha bom senso e perceba que não há ambiente para ele dentro do PSB”, afirmou Bira.

O novo presidente também deixou claro que o caminho do PSB no Maranhão será pelo apoio a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB).

“Nós trabalhamos pela reeleição do governador Flávio Dino, já que achamos que o Governo está no rumo certo. Esse é o entendimento do PSB, que será oficializado no congresso do mês de setembro”, declarou.

Resta saber qual será o posicionamento de Roberto Rocha após as duras declarações de Bira do Pindaré, o novo presidente do PSB em São Luís.

É aguardar e conferir.

Era só ler o Diário da Assembleia, meu caro Bira do Pindaré

por Jorge Aragão


Desde que chegou a Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei 126/2017, que cria o Conselho Universitário do Maranhão, tem sido alvo de críticas, principalmente por parte do deputado estadual Eduardo Braide (reveja).

O parlamentar, ainda em maio, criticou o fato de que a proposta inicial, encaminhada pelo Governo Flávio Dino, não previa a participação de alunos e muito menos uma escolha democrática de professores para o Conselho Universitário.

Por conta desses absurdos, Eduardo Braide fez o que o Governo Flávio Dino não fez, chamou a comunidade universitária em duas audiências públicas e após ouvi-los, apresentou emenda substitutiva, corrigindo essas aberrações. Só que nesta terça-feira (08), os governistas demonstraram que irão rejeitar o pedido de urgência para a votação do Conselho Universitário.

“Este projeto tramita nesta Casa há pelo menos dois meses. Inclusive, já foi debatido em duas audiências públicas pela Comissão de Educação da Assembleia. Foi nessas audiências que representantes de estudantes e professores entenderam e deliberaram o que apresentei na emenda ao Projeto do Governo. Ora, como um Conselho Universitário não conta com a participação de estudantes e os professores são escolhidos diretamente pelo governador em vez de suas entidades representativas? O que ele quer é um Conselho que só diga amém para os seus atos. Como é que pode o Governo do Estado orientar que os deputados da sua base não votem um Projeto de sua própria autoria? Falta humildade ao governador Flávio Dino para reconhecer que a tentativa de implantar a ditadura universitária não deu certo. Se a Assembleia aprovasse o Projeto de Lei em sua forma original, o Conselho Universitário não teria a participação de estudantes e as associações e sindicatos dos professores não teriam participação nenhuma na escolha dos docentes para o órgão”, explicou o parlamentar.

Defesa – O deputado estadual Bira do Pindaré até tentou defender o indefensável, mas acabou se enrolando todo. Inicialmente acusou o deputado Braide de estar tentando fazer “uma tempestade num copo d’água”. Só que os professores e principalmente os alunos universitários tem a consciência de que se não fosse pela intervenção de Eduardo Braide, o projeto iria ser aprovado da maneira que chegou a Assembleia, discriminando alguns segmentos fundamentais dentro de uma Universidade.

Além disso, Bira também disse que está desde a origem do projeto, ou seja, acaba assumindo a responsabilidade de tamanha aberração.

Para finalizar, Bira do Pindaré reclamou, equivocadamente, de não ter recebido as modificações propostas nas audiências públicas. “Até agora não recebemos essa proposta que foi apresentada aqui fruto das audiências realizadas pelo deputado que me antecedeu”.

A reclamação de Bira do Pindaré apenas demonstra todo seu desinteresse pelo assunto, pois além de não comparecer as audiências, não se deu ao trabalho de pelo menos acompanhar o Diário da Assembleia.

No dia 10 de julho de 2017, na página 24, consta a Emenda Substitutiva de autoria do deputado estadual Eduardo Braide, fruto das duas audiências públicas que o deputado Bira do Pindaré esteve ausente.

Sendo assim, já que não quis participar das audiências públicas meu caro Bira do Pindaré, bastava ler o Diário da Assembleia, uma leitura que deveria ser obrigatória a todo bom parlamentar.

Expectativa de dias melhores na CAEMA

por Jorge Aragão

O Blog sempre foi um crítico da gestão de Davi Telles na CAEMA, e não por ter algo pessoal contra o gestor, mas pelo seu fraco desempenho à frente do órgão público que é um dos piores no Governo Flávio Dino.

Na gestão de Davi Telles a CAEMA ficou marcada não apenas por não conseguir levar água e esgoto a casa dos maranhenses, algo já corriqueiro e que não é exclusividade do atual governo, mas principalmente por obras inacabadas e mal feitas nas ruas e avenidas de São Luís.

Ao longo dos dois anos e seis meses foram inúmeras as denúncias contra a CAEMA nesse aspecto. Foram ônibus, caminhões, carros pequenos e motos que foram flagrados dentro de buracos provocados por obras da CAEMA. Isso sem falar que as obras em alguns locais eram feitas reiteradas vezes, como por exemplo na Avenida Daniel de La Touche.

Entretanto, nesta terça-feira (01), Flávio Dino determinou o fim da fatídica gestão de Davi Telles na CAEMA e colocou efetivamente alguém que entende do setor para comandar o órgão. O escolhido para substituir Telles foi o engenheiro Carlos Rogério (foto).

Além de já ter desempenhado com destaque cargos nas esferas municipais e estaduais em outras gestões, Carlos Rogério é servidor da CAEMA, o que inegavelmente é uma enorme vantagem. Ou seja, a expectativa é de que a CAEMA possa melhorar o seu desempenho com a nova gestão, até mesmo pelo fato de que piorar seria muito difícil.

O governador anunciou também que Davi Telles passará a comandar a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Maranhão, ele substituirá ao secretário Jhonata Almada, que acaba perdendo força na gestão comunista e ficará agora apenas na responsabilidade de comandar o IEMA.

O resumo das mudanças é o seguinte: Dino tenta melhorar a situação da desgastada CAEMA com um técnico do setor e “dividiu” a Secretaria de Ciência e Tecnologia para os dois indicados pelo deputado estadual Bira do Pindaré (PSB).

Simples assim.

Bira do Pindaré e o seu esquecimento seletivo

por Jorge Aragão

Na última Sessão Ordinária da Assembleia Legislativa, alguns deputados comentaram sobre o absurdo reajuste de 21% que está sendo proposto para a energia elétrica a partir do mês de agosto. O assunto foi parar na Tribuna pelo adiamento, acertadamente, da audiência que iria debater o vergonhoso reajuste.

Com esse reajuste da energia elétrica, o polêmico reajuste do ICMS, votado na Assembleia no fim de 2016, voltou a ser abordado, afinal o aumento do ICMS dado pelo Governo Flávio Dino fará com que o reajuste que virá na conta de energia a partir de agosto seja ainda mais dolorido ao bolso do maranhense.

Entretanto, alguns governistas tentaram negar a óbvia constatação e foram para o embate com a Oposição, mas cometeram um erro tremendo, escalaram justamente o único deputado que não pode abordar o assunto, o deputado estadual Bira do Pindaré, que reafirmou seu voto pelo aumento do ICMS em virtude da crise que atinge todo o Brasil.

O problema é que o parlamentar ficou sem condições morais de comentar o aumento do ICMS, já que até hoje não cumpriu com a promessa feita, em plena Tribuna da Assembleia, quando debatia arduamente com o deputado Eduardo Braide.

Naquela oportunidade, Bira tentou intimidar Braide e “blefou” com uma proposta que não agradou seus colegas (reveja).

“Se querem cortar então por que a gente não começa aqui na Assembleia Legislativa do Maranhão? Podia começar aqui com os salários dos deputados, por exemplo, por que a gente não faz isso? Por que não propõem isso? Eu topo a parada, eu subscrevo. Aí estaremos dando exemplo para a sociedade e para o Governo. Queremos cortar despesas! E vamos começar pelo nosso, façamos isso. É tão simples. Aí a gente dá exemplo”, disse Bira na época.

Entretanto, o que Bira não esperava era a resposta direta e coerente de Eduardo Braide que havia sugerido outros cortes no Governo Flávio Dino, como com a publicidade, para evitar o aumento do ICMS. “Apresente o projeto que eu assino”, desafiou e sentenciou Braide.

Bira seguiu afirmando que apresentaria o projeto. “Então vou apresentar, deputado”. Braide seguiu confirmando que assinaria. “Apresente que assino com Vossa excelência”.

Só que passados mais de seis meses da proposta, Bira do Pindaré parece sofrer de lapso de memória ou de esquecimento seletivo, já que até o momento não apresentou tal projeto na Assembleia Legislativa, como prometeu.

Sendo assim, todos podem comentar e debater sobre o aumento do ICMS no Governo Flávio Dino, menos Bira do Pindaré, pelo menos até que cumpra com a sua palavra, o que convenhamos dificilmente acontecerá.

Aluisio Mendes reage as declarações de Bira do Pindaré

por Jorge Aragão

As declarações do deputado estadual Bira do Pindaré (PSB), na manhã desta quinta-feira (25), na Assembleia Legislativa, já começa a ter reações de deputados federais.

O deputado Aluisio Mendes reagiu com indignação ao discurso do deputado Bira do Pindaré em que afirma que uma eventual eleição indireta de presidente da República na Câmara Federal será o maior esquema de corrupção que já se viu no Brasil (reveja aqui).

“Se o mandato e o voto dele têm preço, os meus não têm”, afirmou Mendes.

Ao defender a tese de eleições diretas no caso de perda do mandato do presidente Michel Temer, Bira do Pindaré afirmou que, se houver eleição indireta, os votos dos deputados federais serão comprados por eventuais candidatos.

“Ele mostra total irresponsabilidade ao fazer essa afirmação. Fui contra a cassação da ex-presidente Dilma Rousseff e naquela ocasião já defendia eleições diretas para escolha de um novo presidente. Mas não admito que coloquem em dúvida o meu mandato e o meu voto. Bira do Pindaré não pode medir a postura dos outros pela atuação dele como parlamentar”, enfatizou Aluisio Mendes.

Aluisio Mendes foi o primeiro a reagir, inclusive a altura, mas resta saber se será o único.

O pensamento de Bira do Pindaré sobre os deputados federais

por Jorge Aragão

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) parece ter exagerado ao defender na Tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão as eleições diretas para Presidência da República, nesta quinta-feira (25).

Para defender a tese de eleições diretas, Bira criticou quem defende as eleições indiretas, como prevê a Constituição Federal, e deixou bem claro o seu pensamento sobre os deputados federais do Brasil.

O que vai ser uma eleição indireta? A eleição indireta é o paraíso dos corruptos. Quanto vai custar o voto de um deputado na eleição indireta? Quanto que vai custar o voto de um deputado federal em uma eleição, eventualmente como a eleição indireta? Vai ser o maior esquema de corrupção que a gente viu no Brasil, e aí a gente não consegue virar essa página nunca”, disse o parlamentar.

Bira do Pindaré não poupou nem os colegas de partido, muito menos os deputados federais do Maranhão, até mesmo do seu grupo político, comandado pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

O curioso é que Bira do Pindaré estuda a possibilidade de não disputar a reeleição para Assembleia Legislativa, mas sim uma eleição para a “dita cuja” Câmara Federal.