CPI da Saúde gera debate improdutivo e desnecessário entre deputados

por Jorge Aragão

Como o Blog já destacava anteriormente, a semana será decisiva para a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre eventuais desvios de recursos públicos no Maranhão, mas o Blog só não esperava que um debate improdutivo e desnecessário fosse travado por conta do assunto.

O deputado Wellington do Curso (PP) autor da proposta de criação da CPI e o Líder do Governo, Rogério Cafeteira (PSB), foram os primeiros a se “estranhar” no Plenário da Casa. Logo depois, o estremecimento, ainda pior, foi entre Cafeteira e Eduardo Braide (PMN).

O debate ficou tão acirrado que o presidente da Assembleia Legislativa em exercício, o deputado Othelino Neto (PCdoB), foi obrigado a encerrar, acertadamente, a Sessão Ordinária desta segunda-feira (19).

Fora o debate improdutivo e desnecessário travado pelos deputados, o fato novo é que o deputado Wellington começou a colher as assinaturas necessárias para a criação da CPI. Para que seja criada a CPI, pelo menos 14 deputados estaduais devem assinar, o que, infelizmente, dificilmente deve acontecer, já que a determinação do Governo Flávio Dino, estranhamente, é acabar com a CPI antes que ela comece.

Agora é aguardar e conferir quem vai assinar a favor e quem não quer a instalação da CPI. Além disso, é torcer para que os debates sobre o assunto sejam mais produtivos.

Semana decisiva para a CPI da Saúde na Assembleia

por Jorge Aragão

A semana que se inicia nesta segunda-feira (19), será decisiva para a criação ou não da Comissão Parlamentar de inquérito (CPI), na Assembleia Legislativa, que pretende apurar desvios de recursos públicos na Saúde do Maranhão.

A iniciativa da CPI é do deputado Wellington do Curso (PP), que após a deflagração da Operação Rêmora, que culminou com a prisão do presidente do IDAC e do PSDC no Maranhão, Antônio Aragão, resolveu tentar levar o assunto para o parlamento estadual maranhense.

Entretanto, dificilmente a CPI sairá do papel, pois a determinação do Governo Flávio Dino é que os governistas barrem a ideia no nascedouro e não assinem a favor da criação e instalação da CPI.

Para que a CPI seja criada, serão necessárias 14 assinaturas, ou seja, que 14 deputados sejam favoráveis à CPI, mas como a maioria absoluta do parlamento maranhense é composta por governistas, a iniciativa de Wellington não deve prosperar.

Só que apesar da CPI não ser criada, o Governo Flávio Dino terá que explicar o temor da criação da CPI ??? Afinal, quem não deve, não teme.

É aguardar e conferir.

Wellington lamenta situação de pacientes com câncer no Maranhão

por Jorge Aragão

Após ouvir vários relatos de pacientes com câncer, principalmente do interior do Estado, o deputado Wellington do Curso (PP) se posicionou quanto ao absurdo que é ter apenas 02 pontos de radioterapia em um Estado com 217 municípios. A indignação dos pacientes resulta do atendimento precário, bem como da dificuldade que existe para se ter acesso ao tratamento, já que pacientes dos interiores tem que ir a São Luís ou a Imperatriz.

Os pacientes que necessitam de atendimento precisam fazer 05 ou 10 horas de viagem, já que há apenas 02 pontos para realização da radioterapia no Maranhão.

“A gente já sofre por causa da doença. E sofre mais ainda atrás do tratamento. Ninguém aqui queria precisar de tratamento. Lá no meu município não existe nenhum outro ponto em que eu pudesse fazer meu atendimento. Aí tenho que vir para São Luís. E quem garante que todo paciente pode se deslocar assim? É a nossa vida que está e questão. Não é escolha, mas sim necessidade”, lamentou uma paciente de 68 anos, de Santa Luzia do Paruá.

Sobre a situação, Wellington afirmou que encaminhou ofício ao Governo do Estado cobrando a possibilidade de ampliar os pontos de radioterapia.

“Em um Estado com 217 municípios, ter apenas 02 pontos de realização de radioterapia acaba por ser desproporcional. Consequência disso é o que a população denuncia: pacientes acabam por vir dos interiores e, nem sempre, possuem essa condição para se deslocar. O Governo, recentemente, divulgou que é motivo de orgulho economizar na saúde. Com todo respeito, Srº Governador, mas me diga: para que economizar na saúde se seria possível ampliar os pontos de radioterapia, por exemplo? Compreendo que isso não será feito de uma hora para outra, mas essa ampliação de pontos de radioterapia e a facilitação financeira para transferir o paciente são medidas necessárias. Estamos lidando com a vida das pessoas”

Wellington destacou ainda Projeto de Lei, de sua autoria, que institui o Estatuto da Pessoa com Câncer. Além disso, tramita na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei N.º140/2017 de autoria do deputado Wellington, que dispõe sobre a divulgação dos direitos da pessoa com câncer, a fim de fazer com que todos os pacientes saibam quais os seus direitos, para que possam acompanhar e cobrar a efetivação de políticas públicas por parte do Estado.

“É uma vergonha dizer que economizou na Saúde” diz Wellington

por Jorge Aragão

O deputado estadual Wellington do Curso mais uma vez foi cirúrgico ao abordar a vergonhosa situação da Saúde do Maranhão, na Tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (14).

Depois de “acertar na mosca” ao propor uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar desvio das verbas públicas na Saúde do Maranhão, CPI essa que tem tirado o sono dos governistas, Wellington criticou a publicidade do Governo Flávio Dino afirmando que fez “economia” na Saúde.

Para o parlamentar, é um erro, é vergonhoso se vangloriar de fazer economia na Saúde do Maranhão, principalmente com a situação precária em que se encontram as UPAS e hospitais do Estado.

“Para tentar abafar a reportagem do Fantástico, que denunciou corrupção na Saúde do Maranhão, o Governo Flávio Dino divulgou um banner falando que o governo gerou economia no setor, um verdadeiro absurdo. Senhor governador, eu teria vergonha de divulgar que o governo economizou na Saúde. Como pode se economizar na Saúde com a população padecendo para conseguir uma consulta, para conseguir uma cirurgia? Como se pode economizar na Saúde faltando medicamentos aos pacientes? Como se pode economizar na Saúde com a situação precária dos hospitais e UPAs do Maranhão?”, questionou Wellington.

O parlamentar foi mais além e destacou que enquanto “economizou” na Saúde, o Governo Flávio Dino aumento as verbas para o setor da Comunicação.

“O senhor governador aumentou a Comunicação em mais de 15 R$ milhões. Como um governador pode se vangloriar de economizar na Saúde? É uma vergonha divulgar essa informação. Economiza na Saúde para gastar em propaganda mentirosa dizendo que a Saúde vai bem, repito, isso é uma vergonha”, finalizou.

Inegavelmente foi, mais uma vez, certeiro o deputado Wellington do Curso, para a tristeza dos comunistas, que novamente ficarão sem respostas.

CPI da Saúde: seria esse o tom do Governo Flávio Dino ???

por Jorge Aragão

Desde que o deputado estadual Wellington do Curso (PP) anunciou o requerimento pedindo a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Assembleia Legislativa para averiguar os desvios dos recursos públicos na Saúde do Maranhão, a principal dúvida é se o parlamentar conseguirá as 14 assinaturas necessárias para a instalação da CPI.

É óbvio que a instalação da CPI da Saúde, assim como qualquer outra, precisará passar pela vontade do Governo Flávio Dino, afinal a base governista é soberana na Assembleia Legislativa.

O Blog do Jorge Aragão inclusive já se posicionou sobre o assunto e entende que a CPI será a oportunidade definitiva para mostrar quem tem e quem não tem medo de uma CPI da Saúde na Assembleia Legislativa (reveja).

O Governo Flávio Dino desde a deflagração da Operação Rêmora assegura que não tem qualquer vínculo com os desvios apontados pela Polícia Federal e quis empurrar, de maneira leviana e mentirosa, a responsabilidade para o Governo Roseana. Sendo assim, se essa afirmação fosse verdadeira, os governistas deveriam ser os primeiros a assinarem a CPI, afinal, segundo os próprios, só iria atingir seus adversários.

Entretanto, a situação parece não ser bem assim. O Líder do Governo na Assembleia, o deputado Rogério Cafeteira (PSB) já se posicionou a respeito do assunto nas redes sociais. Cafeteira entende que é necessário aguardar as investigações dos órgãos competentes e não politizar o assunto. Veja abaixo.

O problema é quem politizou o assunto foi justamente o Governo Flávio Dino, ao emitir uma Nota mentido sobre a relação existente com o IDAC e afirmando que o contrato existente era da gestão anterior.

Resta saber se o posicionamento do deputado Rogério Cafeteira foi individual ou se esse será o tom dos governistas na Assembleia.

O deputado Wellington voltou a abordar o tema na Assembleia Legislativa e a partir da semana que vem começará a colher assinaturas para a instalação da CPI. O Blog antecipa que os deputados oposicionistas já ouvidos, irão assinar a instalação da CPI.

Já os governistas, é aguardar e conferir.

CPI da Saúde de Wellington será “divisor de águas”

por Jorge Aragão

Desde a deflagração da Operação Rêmora pela Polícia Federal, que apurou os desvios públicos da Saúde do Maranhão e que culminou com a prisão do proprietário do IDAC e presidente do PSDC no Estado, Antônio Aragão, o Governo Flávio Dino tem feito um esforço incrível para tentar se desvincular da situação.

Apesar do esforço, que tem parecido em vão, asseclas e governistas não tem conseguido seus objetivos e quanto mais se aprofunda o assunto, mais o Governo Flávio Dino se complica.

O Governo Flávio Dino inicialmente mentiu dizendo que o contrato vigente era da gestão anterior, mas foi desmascarado, pois o contrato não só foi assinado no governo comunista, como foi aditivado. Depois tentaram dizer que nunca haviam encontrado irregularidades no contrato do IDAC, mas só esqueceram que a Secretaria de Transparência do próprio Governo Dino, ainda em 2015, ou seja, antes da assinatura do contrato, informou que havia ágios no valor de 30% no valor cobrado do contrato com o IDAC.

E mais recente, a própria investigação da Polícia Federal confirmou que o IDAC ganhou posição de destaque na gestão comunista, já que assumiu as unidades administradas por outras empresas, como a Bem-Viver e ICN.

Apesar de tudo isso, os asseclas e governistas ainda seguem querendo confundir a opinião pública e transferir exclusivamente a responsabilidade da atuação do IDAC ao governo anterior. Entretanto, a proposta de uma CPI da Saúde pelo deputado Wellington do Curso será uma espécie de “divisor de águas”, uma “prova dos nove” para saber quem é quem.

Se de fato o Governo Flávio Dino não tem absolutamente nada a esconder e muito menos tem nenhuma relação com o IDAC, como juram de “pé junto”, não possuem motivos para temer uma CPI na Saúde.

Sendo assim, os deputados governistas devem assinar e aprovar a instalação da CPI da Saúde na Assembleia, afinal quem não deve, não precisa temer.

Uma Comissão Parlamentar de Inquérito para ser instalada na Assembleia Legislativa precisa da assinatura de 14 dos 42 deputados estaduais, ou seja, como a maioria absoluta dos parlamentares é da base governista, uma CPI só será criada com o aval do Governo Flávio Dino.

Desta forma será fácil descobrir quem tem medo e quem tem algo a esconder. Se a CPI não for instalada é porque o Governo Flávio Dino não quis e ficará, mais uma vez, evidenciado que os factoides criados pelos comunistas não se sustentam.

Agora é aguardar e conferir o posicionamento da base governista na Assembleia Legislativa.

Wellington quer CPI para apurar desvios na Saúde do Maranhão

por Jorge Aragão

Durante sessão plenária na tarde desta segunda-feira (12), o deputado estadual Wellington do Curso (PP) apresentou proposta de instalação da CPI da saúde no Maranhão. O pronunciamento foi feito com o objetivo de apurar indícios de desvios de recursos públicos federais destinados ao sistema de saúde do estado do Maranhão. A quantia desviada supera a cifra de R$ 18 milhões.

Ao defender a proposta, Wellington destacou o papel de um deputado enquanto fiscal e disse que apurar a aplicação dos recursos é o mínimo que a Assembleia Legislativa pode fazer.

“Nós ouvimos a população do Maranhão e, por onde passamos, há reclamações quanto aos hospitais públicos, quanto à precariedade nos serviços públicos de saúde. Fica o questionamento? Onde o recurso é aplicado? Quanto ao recente caso do IDAC, o Governo informou que iria investigar a prestação de contas. Ora, a Polícia Federal afirmou que o IDAC apresentava nota fiscal de empresas de fachada na prestação de contas. Por que só o IDAC? E as outras Oscips e Os? Elas também precisam ter suas contas investigadas. O mínimo que essa Assembleia Legislativa pode fazer é auxiliar nessa investigação. Esse é o nosso papel e é isso que justifica a instauração de uma CPI. Caso contrário, estaremos sendo partícipes de todos os casos em que pacientes morrem em hospitais por falta de atendimento”, pontuou Wellington

De acordo com investigações da Polícia Federal, o Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania (IDAC) recebia milhões de reais dos cofres públicos, repassados pela Secretaria de Estado de Saúde do Maranhão. Essa verba se destinaria à administração de algumas unidades hospitalares estaduais. No entanto, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) detectou uma grande quantidade de saques vultosos e em espécie realizados por um funcionário da organização social. Do montante de mais R$ 18 milhões desviados, os saques chegavam a R$ 200 mil cada vez, que seriam distribuídos entre agentes políticos locais, que facilitavam a obtenção de contratos públicos pela organização.

Wellington é eleito vice-presidente do Parlamento Amazônico

por Jorge Aragão

Durante a Conferência Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (CNLE), realizada anualmente pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (UNALE) que aconteceu em Foz do Iguaçu/PR, o deputado estadual Wellington do Curso (PP) foi eleito vice-presidente do Parlamento Amazônico.

A eleição foi realizada durante a Assembleia Geral do Parlamento Amazônico e teve como destaque a discussão das mudanças necessárias para o desenvolvimento do Brasil, a exemplo da ênfase na educação pública. Para presidente, foi eleito o deputado Coronel Chagas (PRTB/RR) em substituição ao deputado Sinésio Campos (PT/AM).

“O deputado Wellington conquista esse importante cargo em consequência da sua forte atuação em defesa do Maranhão e dos estados da região Amazônica. O Maranhão tem um grande representante,” destacou o deputado Sinésio Campos (PT/AM), ex-presidente do Parlamento Amazônico.

De acordo com o deputado Wellington, eleito vice-presidente do Parlamento Amazônico, esta é à oportunidade de colocar o Maranhão no centro das discussões de preservação e conservação da Amazônia maranhense, além de desenvolver políticas públicas voltadas para a área de abrangência, bem como fomentar o desenvolvimento da Região Norte do País. .

Outros – Além do deputado estadual Wellington do Curso, outros três deputados maranehnses também foram eleitos para cargos importantes na UNALE. O deputado Rigo Teles (PV) foi eleito como novo tesoureiro geral da UNALE.

Já os deputados César Pires (PEN) e Stênio Rezende (DEM) foram eleitos para o Conselho Deliberativo da UNALE.

O Parlamento Amazônico é formado por deputados estaduais dos nove estados que compõem a Amazônia Legal brasileira: Amazonas, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Pará, Maranhão e Tocantins. O grupo busca soluções para problemas vivenciados na Amazônia, com alternativas que aliem desenvolvimento sustentável e crescimento econômico.

“Escola denunciada por Wellington é municipal”, diz Felipe Camarão

por Jorge Aragão

O secretário de Educação do Maranhão, Felipe Camarão, entrou em contato com o titular do Blog para, de maneira respeitosa, corrigir algumas informações sobre a denúncia formulada pelo deputado estadual Wellington do Curso, na manhã desta terça-feira (06), na Assembleia Legislativa.

Pela manhã, utilizando a Tribuna da Casa, o parlamentar afirmou que o Governo Flávio Dino teria construído recentemente uma quadra em uma escola estadual abandonada em Paraibano. Segundo a denúncia de Wellington, a escola seria o Centro de Ensino Edson Lobão (reveja).

Entretanto, Felipe Camarão afirmou ao blog que a escola não é mais estadual, já foi transferida para a gestão municipal. Também salientou que o nome da escola é Centro de Ensino Gonçalves Dias e que a construção da quadra foi feita pela própria Prefeitura de Paraibano.

O secretário de Educação  fez as correções e as observações nas redes sociais, como uma resposta respeitosa ao deputado Wellington do Curso.

Ao Blog do Jorge Aragão, Felipe Camarão voltou a reiterar que está à disposição dos parlamentares, inclusive os oposicionistas, para dirimir qualquer dúvida existente com relação a Educação do Maranhão.

“As nossas dificuldades são muitas, o déficit é enorme, mas estamos conseguindo melhorar essa realidade mesmo nesse momento de crise financeira em todo o Brasil. Volto a me colocar à disposição dos nossos deputados, pois sabemos que ainda existem alguns problemas e estamos prontos para corrigir os erros que porventura ainda existirem. O governador Flávio Dino está tratando a Educação como uma prioridade e estamos levando mais dignidade aos nossos alunos”, finalizou Camarão.

Wellington denuncia construção de quadra em escola ‘desativada’

por Jorge Aragão

O Governo Flávio Dino, através da Secretaria de Infraestrutura, precisa responder a grave acusação feita pelo deputado estadual Wellington do Curso na manhã desta terça-feira (06), na Assembleia Legislativa.

O parlamentar assegurou que existe uma escola estadual com 12 salas de aula sem funcionar, o Centro de Ensino Edson Lobão, localizada na cidade de Paraibano, mas mesmo com a escola desativada, o Governo Flávio Dino construiu recentemente uma quadra.

“Professores e alunos encaminharam essa denúncia ao nosso gabinete. Fomos até o local e até agora não conseguimos entender a ‘lógica’ de se construir uma quadra em uma escola abandonada. Fica o questionamento: para quem é essa quadra? É apenas para ‘justificar’ a hipotética aplicação de recursos? Por que não reformar a escola? Enquanto os jovens de Paraibano clamam por escolas dignas, o Governo do Estado constrói quadra em escola abandonada. Quais alunos irão utilizar a quadra, já que a escola nem está funcionando? São esses questionamentos que serão encaminhados ao Ministério Público para que adote providências quanto ao caso”, pontuou Wellington.

A denúncia comprovada por meio de visita ao local será encaminhada ao Ministério Público para que adote as devidas providências, já que há fortes indícios da malversação dos recursos públicos.