Novamente a Saída Temporária…

por Jorge Aragão

O assunto é recorrente, mas apesar disso nada é feito para que a realidade seja mudada. A cada Saída Temporária concedida pela Justiça do Maranhão, cerca de 15% dos apenados beneficiados não retornam a prisão.

Na Saída Temporária da Páscoa não foi diferente, já que a juíza da1ª Vara de Execuções Penais de São Luís, Ana Maria Almeida, confirmou que 45 presos não retornaram no prazo estabelecido e são considerados foragidos.

Com mais esses 45 foragidos, sobe para 225 o número de presidiários que aproveitaram o benefício da Saída Temporária para deixarem a prisão.

Enquanto as autoridades não encararem o problema de frente, analisarem esses números e tomarem medidas que possa amenizar essa triste situação, caberá a Polícia Militar prender novamente os foragidos, para o bem da população.

Justiça libera 548 presos do Maranhão para passar a Páscoa em casa

por Jorge Aragão

Quinhentos e quarenta e oito presos de Justiça conseguiram o direito à saída temporária de Páscoa em São Luís.

O benefício consta em portaria editada pela 1ª Vara de Execuções Penais da capital. Pelo documento, os apenados que têm direito a saída temporária serão liberados na quarta-feira, às 10h,  e devem retornar ao estabelecimento penal no qual cumpre pena até as 18h do dia 18.

Os presos, contudo, não poderão se ausentar do Maranhão, frequentar festas, bares e similares.

Eles também estão proibidos  de portar arma ou ingerir bebidas alcoólicas.

Caso os apenados não retornem aos estabelecimentos onde cumprem penas, os dirigentes das respectivas unidade deverão comunicar os casos a 1ª Vara de Execuções Penais até as 12h do dia 19.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública já foi notificada da portaria.

 

Trabalho dobrado para a Segurança Pública

por Jorge Aragão

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Mais uma vez a forças policiais de Segurança Pública terão trabalhado dobrado, cialis após uma saída temporária.

De acordo com as informações repassadas pela juíza da 1º Vara de Execuções Penais da Comarca de São Luís, ailment Ana Maria Almeida, 41 internos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas não retornaram após a saída temporária para o Dia dos Pais.

Entre os que não retornaram, um deles já foi confirmado que morreu assassinado. No Maranhão, segundo dados da Justiça, 124 apenados são considerados foragidos no Maranhão após não retornarem do benefício neste ano. Isso sem contar os números dos anos anteriores.

Os internos deixaram o complexo na manhã do dia 10 deste mês e, todos os que não retornaram, já tiveram mandado de prisão expedido.

Agora caberá a Segurança Pública prender, novamente, os foragidos.

O prejuízo das saídas temporárias

por Jorge Aragão

prisaoDe acordo com levantamento divulgado pela própria Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária, pills foram 234 (duzentos e trinta e quatro) presidiários que não retornaram aos presídios do Complexo Penitenciário de Pedrinhas nas cinco saídas temporárias deste ano.

O número é assustador, medical afinal esses 234 detentos são considerados foragidos e caberá novamente a Polícia Militar prende-los novamente.

Somente na última saída temporária de 2015, a saída de Natal, dos 345 apenados que efetivamente deixaram o sistema prisional no dia 23 de dezembro, 51 não retornaram no prazo estabelecido pela Justiça.

É importante que as autoridades competentes possam se reunir e perceber que algo está errado. Executivo, Legislativo e Judiciário precisam juntos tentar diminuir, cada vez mais, o número de detentos que não retornem ao Sistema Prisional após receberem o benefício da saída temporária.

Uma coisa é certa, como está não pode ficar, afinal o retorno de 234 detentos para as ruas é um prejuízo enorme para a população.

Serão 357 detentos que ganharão saída temporária no Natal

por Jorge Aragão

prisaoFoi confirmado oficialmente nesta terça-feira (22), shop que serão 357 detentos que irão ser beneficiados com a saída temporária do Natal. A confirmação veio através da juíza titular da 1ª Vara de Execuções Penais de São Luís, viagra Ana Maria Almeida Vieira.

Os apenados, de acordo com a portaria assinada pela magistrada, irão deixar o Complexo Penitenciário de Pedrinhas nesta quarta-feira (23) e terão que se reapresentar até a terça-feira (29), no máximo às 18h.

Vale lembrar que os detentos terão algumas exigências a serem cumpridas, como: se recolher à respectiva residência até às 20h, não ingerir bebidas alcoólicas, não portar armas e não frequentar festas, bares ou similares.

Entretanto, a própria Justiça e as forças de Segurança do Maranhão reconhecem a extrema dificuldade de fiscalizarem se de fato os apenados cumprem tais exigências.

De acordo com dados da Secretaria de Segurança, algo em torno de 16% dos apenados que receberam o benefício da saída temporária não retornam para a prisão. Somente neste ano, 191 apenados que foram beneficiados não retornaram e passaram a ser foragidos, ou seja, caberá novamente a Polícia Militar prende-los novamente.

E tome explosões: agora foi a vez de São João Batista

por Jorge Aragão

bancoChega a impressionar a audácia dos criminosos e a ineficiência da Segurança Pública no Governo Flávio Dino. Dia após dia os caixas eletrônicos seguem sendo explodidos e agências bancárias assaltadas, view desta vez o alvo foi a cidade de São João Batista.

Por volta das 2h, deste sábado (17), cerca de doze homens em motocicletas, conseguiram dinamitar os caixas eletrônicos e praticamente destruíram a agência do Banco do Brasil da cidade de São João Batista, localizada na Baixada Maranhense.

Somente no mês de outubro já foram oito ataques a bancos no interior do Maranhão, o que proporciona uma média terrível de um banco explodido a cada dois dias. Em 2015, segundo o Sindicato dos Bancários, já foram 44 agências bancárias que sofreram com a prática criminosa. Números assustadores e que se comparados a 2014 mostram o crescimento desse tipo de crime no Maranhão.

Tudo isso diante da inércia da Segurança Pública do Governo Flávio Dino, que, infelizmente, não consegue dar uma resposta para a sociedade ou pelo menos prender parte dessas quadrilhas que vão assaltando bancos no interior maranhense.

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Detentos – Para piorar, dos 337 detentos que receberam o benefício da saída temporária no Dia das Crianças, 54 deles não retornaram, ou seja, 16% dos que tiveram tal benefício, tão contestado pela maioria absoluta da sociedade, agora estão “em liberdade”.

Os detentos que não retornaram são considerados fugitivos e sobrará, mais uma vez, para os briosos policiais militares prenderem novamente esses criminosos.

Segundo números da Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária, são 191 detentos que não retornaram para os presídios após as quatro saídas temporárias que detentos maranhenses tiveram direito em 2015.

Já passou da hora de nossas autoridades, principalmente deputados federais e senadores, reverem esses benefícios para detentos, afinal nem a população e nem mesmo a Polícia Militar aguentam tal situação.

Mais 30 irão ganhar a saída temporária no feriado

por Jorge Aragão

prisaoParece piada, medicine mas infelizmente não é. Se já não bastasse a portaria assinada no início da semana, pela juíza Ana Maria Almeida Vieira, titular da Vara de Execuções Penais da capital, que autorizava a saída temporária de 307 presos, uma nova portaria vai aumentar esse número.

Nesta quinta-feira (08), foi confirmada a expedição de uma portaria complementar, autorizando a saída de mais 30 detentos, ou seja, ao invés de 307, serão 337 detentos que terão o direito de passar uma semana em casa, inclusive o feriado do Dia das Crianças.

O benefício começa nesta sexta-feira (09), a partir das 8h, e com retorno previsto para a quinta-feira (15), até às 18h. O problema é que algo em torno de 30% a 40% desses detentos não retornam e se tornam foragidos, ou seja, novo trabalho para polícia prende-los novamente.

Entre as exigências a serem cumpridas pelos beneficiados com a saída temporária, não ingerir bebidas alcoólicas, não portar armas e não freqüentar bares, festas e/ou similares. O recolhimento dos presos às respectivas residências durante o período da saída é até às 20h. O problema aqui é que também não tem quem fiscalize se os detentos irão cumprir tais determinações.

A juíza pode até está cumprindo friamente a legislação vigente, mas será a população e a polícia, mais uma vez, que irão arcar com o ônus dessa decisão.