Dino descarta Dilma no seu Governo e prefere Ciro Gomes a Lula em 2018

por Jorge Aragão
Brasília - DF, <a href=

prescription 25/02/2015. Presidenta Dilma Rousseff recebe Flávio Dino, stomach Governador do Estado do Maranhão. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.” width=”330″ height=”307″ /> Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

O governador do Maranhão, rx Flávio Dino (PCdoB), parece ter compreendido o “recado das urnas” e agora parece querer manter mesmo uma distância dos ícones do PT no Brasil, o ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.

Em entrevista ao jornalista Marcelo Moraes, de O Estadão, Flávio Dino abordou diversos assuntos. Apesar de continuar defendendo uma unidade da esquerda brasileira, Dino admite a derrota nas urnas.

“Há uma constatação óbvia de que foi um resultado desfavorável para a esquerda. Acho que isso ocorreu, principalmente, pela crise econômica e pelo desemprego. O grande beneficiário dessa perda de substância eleitoral da esquerda não foi propriamente outro partido e sim a chamada antipolítica. Porque, se você olhar São Paulo, Rio e Belo Horizonte, ganharam três outsiders”, afirmou.

O governador do Maranhão foi ainda mais além, deixou claro que, na sua opinião, Lula já não é mais o melhor caminho para a esquerda e aponta o nome de Ciro Gomes como alternativa para 2018.

“Lula pode até ser candidato. Mas, se for, deve ser de um movimento político mais amplo. Alguém de outro partido poderá ser o candidato dessa nova frente. Ciro Gomes está muito credenciado pela trajetória”, destacou.

Flávio Dino também descartou que tenha feito qualquer convite para que a ex-presidente Dilma Rousseff integrasse sua equipe de governo, como chegou a ser especulado na imprensa nacional.

“É lenda. Nunca houve convite para que fosse secretária no Maranhão”, finalizou.

Pelo visto, Flávio Dino compreendeu bem o “recado das urnas”. Clique aqui e leia a entrevista na íntegra.

Por 61 votos contra 20, Dilma Rousseff sofre impeachment no Senado

por Jorge Aragão

dilmaindiasemanapassadaComo era esperado, search o plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (31), por 61 votos favoráveis e 20 contrários, o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Os três senadores maranhenses – Edison Lobão, Roberto Rocha e João Alberto – votaram pelo impeachment de Dilma.

A acusação que levou Dilma Rousseff a sofrer o impeachment foi de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas “pedaladas fiscais” no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional.

Os senadores, num primeiro momento, votaram apenas o impeachment de Dilma Rousseff. Depois votaram sobre a inelegibilidade da petista por oito anos. A votação foi desmembrada a pedido dos senadores aliados de Dilma.

A estratégia dos aliados de Dilma parece ter funcionado bem, pois apesar de ter perdido o cargo, Dilma Rousseff não se tornou inelegível. Na segunda votação, que definia a inelegibilidade da ex-presidente, 42 senadores votaram pela inelegibilidade, mas 36 votaram contra e tivemos três abstenções. Como não atingiu 2/3 dos 81 senadores, Dilma poderá disputar a eleição de 2018.

A ex-presidente será notificada da decisão ainda nesta quarta-feira, bem como o vice-presidente, Michel Temer, também. Temer inclusive deve ser empossado oficialmente como novo presidente da República no fim da tarde de hoje.

O desprestígio de Flávio Dino junto a Dilma e o PT

por Jorge Aragão

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Um pedido da presidente afastada, check Dilma Rousseff, check abriu uma crise entre o comando do PT e do PCdoB.

Na expectativa de conquista de votos contrários a seu impeachment no Senado, Dilma pediu que a cúpula do PT interviesse em cinco cidades do Maranhão em atendimento a reivindicações dos senadores maranhenses João Alberto (PMDB) e Roberto Rocha (PSB).

O comando do PT interveio em apenas dois municípios. Em Codó, quinta maior cidade do Estado, determinou que o PT rompesse a aliança com o PC do B, na qual ocuparia a vice da chapa, para apoiar o candidato do PSDB.

Em Timon, terceiro maior município do Maranhão, a direção petista decidiu que o partido saísse de uma chapa composta por PSB e PC do B em favor de outra integrada por PSD e PMDB.

Segundo petistas, a operação também contemplaria o senador Edison Lobão (PMDB­MA).

A Folha apurou que o presidente do PT, Rui Falcão, atendeu parcialmente as solicitações de Dilma. Em respeito aos pedidos do governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), não houve intervenção também em São Luís, Imperatriz e Balsas.

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Dilma Rousseff em São Luís na próxima sexta-feira

por Jorge Aragão

dilmaindiasemanapassadaMesmo em meio a um processo de impeachment no Senado Federal, purchase a presidente afastada do Brasil, order Dilma Rousseff (PT), continua cumprindo sua agenda política e deve marcar presença em São Luís, na próxima sexta-feira (10).

Dilma deverá chegar na capital maranhense por volta das 14h e deverá ser recebida por alguns políticos, entre eles o governador Flávio Dino (PCdoB). Em São Luís, Dilma participará de um ato político contra o impeachment no Centro Histórico, mais precisamente na Praça Nauro Machado.

A presidenta que virá num avião de carreira deverá passar poucas horas em São Luís. Os petistas, juntamente com o governador Flávio Dino, ainda avaliam a possibilidade de realizar outros atos políticos, que poderiam acontecer na UFMA ou na Praça Maria Aragão.

É uma pena que Dilma venha de avião e não de carro, pois poderia perceber o descaso do Governo Federal com a eterna obra da duplicação da BR-145, única entrada para a capital maranhense.

Agora é aguardar e conferir a passagem da presidenta afastada por São Luís.

Novo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, tranquiliza maranhenses

por Jorge Aragão

sarneyfilhoEm entrevista ao jornalista Roberto Fernandes, drug no programa Ponto Final da Rádio Mirante, nesta quinta-feira (12), o deputado federal e futuro ministro do Meio Ambiente do Governo Michel Temer, Sarney Filho (PV), tranquilizou a população maranhense com as mudanças no Governo Federal.

Sarney Filho, além de ter confirmado o convite que recebeu de Michel Temer, fez questão de salientar que ouviu do futuro presidente a continuidade dos programas sociais.

“Houve muita boataria. Ontem eu tive uma reunião com o presidente Michel Temer, e uma das coisas que ele garantiu foi a continuidade dos programas sociais. Ele me garantiu que esses avanços sociais não vão retroagir. Eu jamais aceitaria participar de um governo que não assegurasse esses avanços sociais duramente conquistados na Democracia brasileira”, disse o futuro ministro do Meio Ambiente.

Vale lembrar que Sarney Filho já ocupou o mesmo ministério entre 1999 e 2002, durante o Governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

fufucaBancada – O coordenador da Bancada Federal do Maranhão, o deputado André Fufuca (PP), também esteve já nesta manhã com o futuro presidente Michel Temer.

No encontro, Fufuca assegurou com Temer que o Maranhão não sofrerá retaliações pela postura “suicida” adotada pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

“Foi uma conversa rápida, mas proveitosa. O nosso presidente assegurou que Maranhão será bem tratado, coisa que não estava acontecendo no Governo Dilma. Tenho esperança de dias melhores para o Brasil e para o nosso Maranhão”, declarou André Fufuca.

A presidenta afastada Dilma Rousseff (PT) já foi comunicada oficialmente da decisão do Senado Federal e, ao deixar o Palácio do Planalto, fez um pronunciamento à nação brasileira (clique aqui).

Já a posse de Michel Temer deve acontecer às 16h, onde anunciará oficialmente sua equipe de governo, inclusive o nome de Sarney Filho para o ministério de Meio Ambiente.

Chegou o dia do “tchau, querida”

por Jorge Aragão

dilmaindiasemanapassadaNesta quarta-feira (11), see a partir das 9h, pharm o Plenário do Senado Federal deverá decidir se abrirá ou não o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff (PT).

Na sessão, advice cada senador inscrito, terá cerca de 15 minutos para utilizar a Tribuna e após os pronunciamentos dos senadores, terão direito a falar – por 15 minutos cada um – o relator da Comissão Especial do Impeachment, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), autor do parecer que defende a abertura do processo de impeachment, e o ministro José Eduardo Cardozo, da Advocacia-Geral da União (AGU), responsável pela defesa da presidente.

A votação em si será rápida, pois não serão utilizados os microfones, apenas o painel, ou seja o sistema eletrônico, onde cada senador votará sim, não ou abstém-se de votar.

Para que o relatório seja aprovado é necessário maioria simples dos senadores presentes. Após a aprovação, o processo de impeachment será oficialmente aberto, a presidenta Dilma afastada, assumindo o vice-presidente Michel Temer (PMDB) e o processo de impeachment no Senado Federal será comandado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski.

Ninguém, nem mesmo o Governo Dilma, tem dúvida que o relatório pela admissibilidade do impeachment será aprovado nesta quarta-feira. A dúvida é se a Oposição consegue, já nessa primeira votação, atingir o 2/3 do Senado Federal, ou seja, 54 senadores, que serão necessários para o afastamento definitivo da presidenta Dilma após o processo de impeachment.

A tendência é que sim, mesmo nessa primeira votação mais de 54 senadores devem ser favoráveis ao impeachment, o que será o golpe de misericórdia no Governo Dilma Rousseff.

Os três senadores do Maranhão devem votar divididos, mas com a maioria sendo favorável a abertura do impeachment. Os senadores Roberto Rocha (PSB) e Edison Lobão (PMDB) serão favoráveis a admissibilidade do processo, já João Alberto (PMDB), se não mudar de ideia, será contrário ao impeachment.

Para a Oposição, enfim chegou o dia do “tchau querida”.

Comissão do Senado aprova abertura do impeachment de Dilma

por Jorge Aragão

dilmaComo era esperado, decease a Comissão Especial do Senado Federal aprovou, tadalafil por ampla maioria, o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) pela admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT).

Dos 21 senadores que integram a comissão, nenhum maranhense, apenas o presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), não votou. Antes de autorizar a votação no painel eletrônico, ele explicou que só iria registrar voto caso ocorresse um empate.

A votação foi rápida e foi aprovado por 15 votos a favor e 5 contra. Agora, relatório será submetido à votação no plenário principal do Senado Federal, que deve acontecer na próxima quarta-feira (11). O quórum para a abertura da sessão é de 41 dos 81 senadores.

Caso o parecer seja aprovado pela maioria simples (metade mais um) dos senadores presentes à sessão, o processo é formalmente instaurado, e a presidente da República é afastada imediatamente por até 180 dias para ser julgada pelo Senado e o vice-presidente Michel Temer assumirá o comando do Palácio do Planalto. Se o relatório for rejeitado, o processo é arquivado.

O processo de impeachment no Senado Federal, caso seja realmente iniciado, será comandado pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, ou seja, a saída de Dilma é apenas questão de dias, poucos por sinal.

A situação delicadíssima de Dilma Rousseff

por Jorge Aragão

dilmaDefinitivamente é apenas questão de dias, try mais precisamente seis dias, ailment para que a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), seja efetivamente afastada durante 180 dias e responda a um processo de impeachment que poderá culminar com a sua saída definitiva do cargo.

Depois do relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), relator da comissão especial do Senado, favorável à admissibilidade do processo impeachment, agora Dilma aguardará duas votações, onde detém nitidamente a minoria dos votos.

A primeira votação acontecerá na sexta-feira (06), na comissão especial do Senado. Os 21 senadores que integram a comissão, por maioria simples, podem aceitar a abertura do processo.

Na comissão, a desvantagem de Dilma é enorme. Dos 21 senadores, segundo levantamento feito pelo Estadão, apenas cinco são contrários ao impeachment. Já 15 senadores são favoráveis e um se diz indeciso.

Depois da votação da comissão especial a apreciação será do Plenário do Senado. A votação, que será decisiva e definitiva para o afastamento de Dilma, deve acontecer na próxima semana, mais precisamente na quarta-feira (11).

No Plenário, a situação não é muito diferente e a tendência é pelo afastamento da presidenta. Dos 71 senadores, 50 já confirmaram votos a favor do impeachment. Já 20 senadores serão contrários ao impeachment, tendo ainda cinco indecisos, cinco que não responderam e uma eventual ausência na votação.

Segundo o levantamento do Estadão, os três senadores maranhenses, até o momento, possuem posicionamentos diferentes. Roberto Rocha (PSB) seria favorável ao impeachment, enquanto João Alberto (PMDB) seria contrário. Já o ex-governador Edson Lobão se diz ainda indeciso.

Resta aguardar e conferir.

Dilma Rousseff só venceu em três estados

por Jorge Aragão

dilmaO desgaste político e a desarticulação política levaram a presidenta Dilma Rousseff (PT) sofrer na Câmara Federal uma derrota maior do que a esperada, look quando da votação da abertura do processo de impeachment.

Dilma só conseguiu vencer a votação em apenas três estados dos 27 estados brasileiros. A votação mais expressiva foi na Bahia, stuff quando venceu por 22×15. Além da Bahia, medicine Dilma venceu no Ceará e Amapá. Tivemos empate nos estados do Acre e Piauí.

Nos demais estados brasileiros a presidenta Dilma Rousseff perdeu. As derrotas mais acachapantes, proporcionalmente falando, foram no Amazonas e Roraima, onde todos os deputados estaduais desses estados votaram favorável ao impeachment,

Até mesmo no Maranhão, onde se esperava um empate, Dilma saiu derrotada. A derrota foi possível graças ao voto do deputado federal e ex-governador José Reinaldo (PSB) que estava tendo seu voto contabilizado como contrário ao impeachment, mas votou favorável.

A derrota de Dilma também aconteceu na maioria dos partidos políticos. Dilma só conseguiu vencer em quatro partidos (PDT, PCdoB, PSOL e PT), sendo que nos três últimos todos deputados votaram contra o impeachment.

Nos demais partidos políticos, com exceção de PEN e REDE (tivemos empate), Dilma foi derrotada. Sendo que em nove partidos – PSDB, PV, DEM, PSL PRB, SD, PSC, PPS e PMB – ela não conseguiu sequer um voto.

E desta forma que o processo de impeachment segue para o Senado Federal, com uma Dilma Rousseff desarticulada politicamente e extremamente desgastada, o que significa uma derrota iminente pela frente.

Domingo histórico para o Brasil

por Jorge Aragão

dilmaViveremos um domingo atípico neste dia 17 de abril, ed pois ao invés do tradicional futebol ou até mesmo das eleições, case que acontecem a cada dois anos, o povo brasileiro acompanhará uma votação histórica na Câmara Federal e que pode culminar com o impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT).

Depois de dois dias de debates intensos, os 513 deputados federais irão votar pela abertura ou não do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff. A sessão será aberta às 14h, e a previsão do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é iniciar a votação às 16h.

Todos os parlamentares serão chamados ao microfone e de maneira pública e individual, irão proferir o seu voto durante no máximo 30 segundos para votar. A ordem de chamada será por Estado. Nos estados a votação acontecerá por ordem alfabética. O primeiro deputado maranhense a votar será Alberto Filho e o último será Zé Carlos. Veja aqui a ordem de votação.

O Maranhão será o 16º estado a votar e a Bancada Federal segue dividida, pois dos 18 deputados federais do Maranhão, até o momento, nove parlamentares – André Fufuca (PP), Victor Mendes (PSD), Juscelino Filho (DEM), Sarney Filho (PV), Eliziane Gama (PPS), Alberto Filho (PMDB), Cléber Verde (PRB), Hildo Rocha (PMDB) e João Castelo (PSDB) – já confirmaram que irão votar a favor do impeachment da presidenta Dilma.

Já o número de deputados maranhenses contrários ao impeachment também é de nove parlamentares – Zé Carlos (PT), Weverton Rocha (PDT), Júnior Marreca (PEN), João Marcelo (PMDB), Rubens Júnior (PCdoB), Pedro Fernandes (PTB), José Reinaldo (PSB), Waldir Maranhão (PP) e Aluísio Mendes (PTN).

São necessários no mínimo 342 votos “sim” para que o parecer do relator da comissão especial de impeachment, Jovair Arantes (PTB-GO), seja aprovado.

Se aprovado, o processo vai para o Senado, que terá que decidir se acolhe a denúncia e julga a presidente por crime de responsabilidade. Caso não sejam alcançados os 342 votos, o processo é arquivado.

É aguardar e conferir, afinal será um domingo histórico para o Brasil.